quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Você e a Lei: vou ter que trocar a placa do meu carro em 2016?

Brasil terá modelo de placas em comum com os países do Mercosul. Será o fim das placas cinzas, vermelhas e pretas. Todos precisam trocar de placa?


Não. A dúvida tem relação com a Resolução 510, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada no início deste mês e que estabelece o sistema de placas de identificação de veículos, que serão padronizadas nos países do Mercosul: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. As novas placas só serão obrigatórias a partir de janeiro de 2016. E, mesmo assim, somente para veículos novos e/ou aqueles que passarem por transferência de município ou algum outro processo que necessite mexer nas placas. Os demais continuam com as placas atuais, que só serão mudadas no decorrer do tempo. Processo semelhante ao que ocorreu há algumas décadas, quando foram trocadas as antigas placas amarelas pelas que se usam atualmente no Brasil.

As novas placas terão sete caracteres alfanuméricos, estampados em alto relevo e com combinação aleatória, ou seja, quatro letras e três algarismos misturados. Isso permitirá, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a geração de 450 milhões de combinações diferentes. As placas também terão fundo branco com a margem superior azul, contendo, do lado esquerdo, o logotipo do Mercosul, e do lado direito, a bandeira do Brasil. Ao centro, o nome do país, BRASIL. Entre os elementos de segurança, linhas onduladas horizontais e marcas d’água com o logo do Mercosul, gravadas em película refletiva.

Segurança, aliás, é um dos principais motivos que levaram à unificação das placas, com o objetivo de coibir clonagens e permitir maior controle do transporte de cargas, de passageiros e até de carros particulares entre os cinco países.

Fonte: Vrum

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