sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ABS e Air Bag - Fim do imbróglio

Agora parece que é sério, e a partir de janeiro de 2014 os veículos de passeio deverão ser fabricados com dispositivo anti-travamento de freios (ABS) e com ‘Air Bags’, depois de muita discussão sobre a prorrogação das exigências para 2016 bem como a isenção para a Kombi. Por amor ao debate poderíamos levantar a tese da isenção por mais um ano dos veículos ainda em fabricação como Gol G4, entre outros, porque a Portaria 23/2001 do DENATRAN permite que o ano modelo de um veículo seja um ano anterior, igual ou posterior ao seu ano de fabricação. Por esse motivo um carro fabricado no primeiro dia de 2014 já pode ser lançado no mercado como modelo 2015, assim como o contrário (como aconteceu com a Parati GTI que possui modelos 2001/2000), ano de fabricação 2014 modelo 2013, hipótese não levantada até agora, mas defensável.

ABS é dispositivo de segurança ativa com finalidade de manter o veículo com dirigibilidade durante uma frenagem brusca, pois evita o arrastamento dos pneus, bem como melhora a eficiência nas frenagens emergenciais. O problema que vemos é que os motoristas (candidatos e já habilitados) não são treinados a usar o ABS, assim como acontece com o extintor de incêndio ou mesmo a troca de um pneu. Não adianta você descobrir como funciona o ABS apenas na situação de emergência e o problema que para você testar seu uso não poderia ser em via pública porque se constitui em infração arrancadas e frenagens bruscas, mesmo que nesse caso não haja arrastamento de pneus. A vantagem sobre o Air Bag é que você pode testar seu funcionamento sem estar numa real situação de emergência.

O Air Bag tem a finalidade de conter os efeitos danosos e preservação da vida em um acidente em relação aos ocupantes. Não há formas de você comprovar sua eficiência com simulações práticas sem que seja através de uma colisão, portanto fica na dependência do funcionamento do sistema de alerta do painel. O grande problema sem dúvida será na hora do reparo, que certamente vai encarecer muito para colisões de pequenas proporções em que o Air Bag tenha sido acionado, e é possível que muitos realizem o reparo sem a recuperação do dispositivo. Para a fiscalização de trânsito, por serem equipamentos obrigatórios, também nos parece pouco viável na prática fiscalizar sua existência e funcionamento. Uma coisa é fato: tais dispositivos em conjunto de fato conseguem evitar ou minimizar a gravidade de acidentes (ABS), bem como reduzir os efeitos danosos (Air Bag), e esperamos que se na renovação da frota nos próximos 5 anos venham os resultados esperados.

Marcelo José Araújo – Advogado, Professor de Direito de Trânsito, Presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Mobilidade da OAB/PR.

Uso de bicicletas elétricas passa a ser regulamentado pelo Contran

A partir de agora, o uso das bicicletas elétricas conta com nova regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). De acordo com o documento, os veículos estão dispensados de licenciamento e podem trafegar em ciclovias e ciclofaixas, tal como as bicicletas comuns.

Publicada semana passada no Diário Oficial da União, a resolução 465 estabelece em 20 km/h a velocidade limite para o tráfego desses veículos nas vias exclusivas e até 6 km/h em áreas de circulação de pedestres. Quando em vias urbanas, a bicicleta elétrica poderá usar o acostamento ou bordo.

Cabe agora aos órgãos de trânsito dos municípios regulamentar os detalhes da medida. Procurada pela Reportagem, a Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET) informou que estuda a melhor forma para cumprir o que consta na norma. 

Pedal 

De acordo com a regulamentação do Contran, são bicicletas elétricas aquelas que não possuem acelerador e cujo funcionamento do motor ocorre apenas quando o condutor pedalar. O dispositivo também desliga automaticamente quando a velocidade for superior a 25 km/h.

“Do jeito que estava regulamentada anteriormente, a bike elétrica poderia ser caracterizada como ciclomotor”, explica o diretor executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Bicicleta (Abraciclo), José Eduardo Gonçalves.

Para pilotar o ciclomotor o condutor precisa da Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) e também de licenciar o veículo. Segundo Gonçalves, até então esses eram os entraves para que o veículo caísse no gosto do brasileiro.

“Entre investir dinheiro em obter uma ACC muitos preferiam fazer o procedimento para a Carteira Nacional de Habilitação categoria A, para motocicletas”, compara.

Por isso, o mercado de fabricantes está sorrindo à toa, apostando em um crescimento de vendas. Uma das empresas brasileiras do ramo, a Dafra informou, por meio de nota, que já começou a produzir os veículos segundo a determinação do Contran.

A montadora ressaltou que as bicicletas colocadas no mercado antes da medida precisam apenas de substituição da manopla (peça de apoio das mãos localizada no guidão). Para isso, disponibilizará em concessionárias e assistências técnicas um kit de adequação. 

Diferenças 

Além de exigir licença do veículo e habilitação específica do condutor, há outros detalhes que distinguem a bicicleta elétrica do ciclomotor. A primeira tem potência de até 350 watts. A segunda supera essa potência e possui acelerador. “Andar na bicicleta elétrica é como pedalar com um empurrãozinho”, define José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Bicicleta (Abraciclo).

Após 56 anos, Kombi sai de linha

Modelo se despediu da fábrica da Anchieta no último dia 19.

Incompatibilidade com ABS e airbag impediu continuidade do utilitário.


A Volkswagen produziu no último dia 19 aquela que deve ser a última Kombi do mundo, confirmou na quinta-feira (26) a marca alemã. O utilitário chegou ao Brasil primeiro como importado, em 1950, e em 1953 passou a ser montado localmente. A primeira Kombi saiu da linha de produção da fábrica de São Bernardo do Campo (SP) em 2 de setembro de 1957.

A "morte" da Kombi – por conta da lei que obriga todo carro nacional a sair de fábrica com ABS e airbag – foi anunciada em agosto, mas seu fim foi conturbado. Vinte dias antes da lei entrar em vigor, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a obrigatoriedade poderia ser adiada. Ele voltou atrás uma semana depois, mas disse que a Kombi poderia ser uma "exceção". O Contran declinou dessa intenção do governo, e uma reunião marcada entre Mantega e representantes do da indústria automotiva acabou não acontecendo.

Com tudo isso, as duas últimas semanas não foram fáceis para a Kombi. Desde a declaração de Mantega, a “Velha Senhora” foi a mais crucificada entre os que dão adeus por conta da nova legislação – além dela, o Fiat Mille também deixa de ser fabricado por conta da incapacidade de ter tais equipamentos de segurança, se despedindo com a série especial Grazie Mille.

A falta de proteção da Kombi aos ocupantes foi mais destacada do que suas qualidades, como baixo custo de manutenção, robustez mecânica e capacidade de carga. Seus 56 anos de produção a serviço de consumidores que usaram a Kombi para namorar, ganhar a vida, viajar, colecionar histórias e até morar foram convertidos de mérito – um carro não ficaria tanto tempo em produção se não tivesse qualidades e compradores – para exemplo de como a indústria nacional é supostamente atrasada.

E o que seria uma despedida digna – com direito a encontro de colecionadores, visita de jornalistas estrangeiros à sua linha de montagem e até edição especial – se tornou um adeus conturbado e barulhento.

Clique aqui e veja a reportagem completa na página do Auto Esporte.

Fonte: Auto Esporte

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Dirigir de ressaca é tão perigoso quanto dirigir bêbado, aponta estudo

Que o álcool e a direção não combinam e podem causar graves acidentes já é de conhecimento de todo mundo e isto sempre é lembrado em campanhas educativas e de trânsito.

A novidade é que estudos apontam que conduzir um veículo de ressaca pode ser tão perigoso quanto dirigir alcoolizado.

A avaliação de cientistas da Grã-Bretanha e da Holanda é de que os efeitos provocados pela ingestão de bebidas alcoólicas vão além do que se imagina.

Até então, acreditava-se que os sintomas sentidos no corpo humano duravam apenas enquanto existia a concentração de álcool no sangue.

No entanto, pesquisas realizadas em simuladores mostraram que as pessoas com ressaca apresentavam variações de velocidade na condução do carro, demora no tempo de reação, erros e desvios.

A avaliação ocorreu depois que a concentração de álcool no sangue dos participantes voltou a zero.

Mesmo assim, os cientistas observaram que o comportamento era muito parecido com o do momento em que ainda estavam alcoolizados.

Em testes com os mesmos voluntários, só que desta vez sem a ingestão de álcool, os participantes demonstraram bons resultados na condução dos veículos, sem a perda de atenção demonstrada no teste durante a ressaca.

Os estudos foram realizados na Universidade West of England e na Universidade de Utrecht, na Holanda.

Proposta para regular suspensão rebaixada só sairá em 2014

A regularização de carros rebaixados segue proibida no Brasil. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prorrogou a medida que suspendeu qualquer mudança na documentação dos veículos relacionada à alteração da altura original dos veículos. Interessados em rebaixar o carro precisarão esperar para 2014. O Contran promete apresentar até março de 2014 uma proposta para legalizar este tipo de alteração.

O Contran havia suspendido por 90 dias o prazo de legalização de qualquer alteração na suspensão. A medida, que entrou em vigor em 30 de agosto, impede a regularização das modificações feitas nas características originais do veículo. O prazo se esgotou em dezembro e foi renovado e até o dia 31 de março de 2014. Até lá, todas as emissões do Certificado de Segurança Veicular relacionados ao assunto estão canceladas.

A documentação concedida é pelo Inmetro e permite ao Detran incluir no documento do carro as alterações da estrutura. 

Mudança na estrutura 

O sistema de suspensão do carro tem como função básica reduzir as irregularidades do solo e oferecer estabilidade durante a condução. Ao alterar este conjunto, que é exaustivamente trabalhado nas fábricas para priorizar o conforto dos passageiros, o motorista corre uma série de riscos. Ao mudar a altura, o veículo perde em conforto, transmitindo mais as irregularidades do solo. Por isso, a prática não é recomendada por montadoras nem por fabricantes de pneus e peças da suspensão. Porém alguns motoristas têm o hábito de alterar essa altura, com o intuito de deixar o carro “mais bonito”. Até agosto passado, era possível buscar a legalização através do Detran.

Fonte: Terra.com.br

Saiba dez itens que podem ser revisados pelo motorista

Não dá para pegar a estrada sem conferir se seu carro está em condições. A manutenção periódica em empresas especializadas, claro, é indispensável. Mas há alguns componentes que você mesmo pode checar, mesmo que não seja um expert em mecânica. Veja, abaixo, 10 itens fáceis de serem verificados. 

Água 

O nível de água é imprescindível que seja checado antes de uma viagem. Para isso, deve-se abrir o capô e observar, pelo reservatório de água as linhas de marcação de mínimo e máximo. O nível deve estar entre os dois. Se estiver abaixo, complete com o motor frio. 

Óleo 

Outro nível a ser verificado é o do óleo. Atuando em conjunto com o motor, é de extrema importância que o seu nível não esteja abaixo do mínimo. A verificação deve ser feita pela vareta. Limpa-se os resíduos e, novamente, observa-se se a marcação do óleo do carro encontra-se pelas marcações de mínimo e máximo. A medição deve ser feita sempre com o motor frio e com o carro em local plano. 

Estepe 

Nunca deixe o estepe em mau estado, afinal ele será fundamental em situações adversas. A pressão ideal está expressa no manual do veículo. Em alguns modelos há uma etiqueta com essas informações na coluna central do carro. 

Extintor 

Confira sempre se o extintor está no local e com o prazo de validade em dia. Em casos de acidentes mais graves, o extintor de incêndio salvará vidas. 

Luzes 

Os piscas, a luz de freio, a ré, o alerta, a iluminação traseira, os faróis alto e baixo devem ser sempre testados antes de pegar a estrada. Existem dezenas de estradas sem iluminação pública onde somente a sinalização dos automóveis contam para o tráfego. 

Itens de emergência 

É de extrema importância a presença do macaco, do triângulo de sinalização e da chave de roda pelo veículo. Eles auxiliam em situações problemáticas e o triângulo, por ser um sinalizador, preserva a vida e possíveis acidentes. 

Freio de mão 

O freio de mão deve estar regulado. Se, ao puxar o freio de mão ele estalar de duas a três vezes e o carro ficar completamente estático, é porque está tudo bem. Qualquer consequência diferente dessa como, por exemplo, o freio de mão alto, recomenda-se procurar um mecânico. O freio traseiro pode estar com problemas ou a lona gasta ou tambor gasto. 

Volante 

Antes de um percurso mais longo, faça um teste com o carro e repare se há trepidações pelo volante. Caso haja, o carro pode estar desbalanceado. Repare também se o carro está puxando para um dos lados. Caso positivo, o automóvel pode estar desalinhado. Nos dois casos, recomenda-se uma visita à oficina antes da viagem. 

Palhetas 

A checagem das palhetas pode ser feita de forma visual. As partes de borracha das palhetas não podem estar ressecadas e nem cortadas. Importante salientar que em caso de chuva forte elas serão de grande utilidade. É bom não vacilar. 

Pneus 

Todos os quatro pneus devem ser visto bem de perto. Eles não podem estar gastos. Para isso, existe uma marca chamada indicador de desgaste: o TWI. Quando uma das partes mais próximas dessa marca alcançarem o nível do TWI, é porque o pneu está na hora de ser substituído.

Fonte: Terra.com.br

Barulho ao frear: saiba quais peças podem estar desgastadas

Quando os freios de um automóvel começam a fazer barulho, é preciso checar o sistema com um mecânico de confiança. A maior incidência é em relação às pastilhas, mas existem outras causas para esse problema.

Os principais problemas que deixam seu carro com barulho de freada de ônibus velho são: material da pastilha muito duro, flutuação da pastilha na pinça de freio e contato irregular da pastilha com o disco.

Outro problema recorrente é o desgaste excessivo do material de atrito, que são as lonas (geralmente nas rodas traseiras) e pastilhas (nas dianteiras). Para rápida resolução do barulho, basta substituir as peças. O disco de freio, que é o item que vem fixado à roda do veículo, pode também ter a sua parcela de culpa pelo som irritante. Com a função de reduzir o movimento giratório da roda quando entra em contato com as pastilhas, o disco pode produzir um barulho incômodo quando, por defeito, apresenta superfície irregular.

Os barulhinhos que tanto incomodam também podem ser gerados pelo acúmulo de sujeira dos dias chuvosos. Neste caso, é preciso procurar um mecânico para fazer uma limpeza ou trocar peças, se for necessário. 

Revisão 

Mesmo sem barulho, o sistema de freio é um dos principais para a segurança do motorista. Ele deve ser revisado pelo menos a cada 10 mil quilômetros ou um ano.

Fonte: Terra.com.br

"O objetivo é preservar vidas”, diz Aguinaldo Ribeiro sobre a obrigatoriedade do air bag e freios ABS

Foto: Denatran
O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, disse nesta quarta-feira (18/12), que a decisão do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) de manter a obrigatoriedade do air bag e dos freios ABS para os novos veículos a partir de janeiro de 2014 elevará o padrão de segurança dos veículos. A medida, segundo ele, vai preservar vidas. "Já perdemos muitas vidas no trânsito. Estes equipamentos efetivamente têm contribuído para diminuir as vítimas de acidentes", disse.

O Contran decidiu por unanimidade manter os termos previstos nas Resoluções 311/2009 e 312/2009 para todos os veículos, sem exceção, a partir de janeiro de 2014. "A partir de 2014, nós vamos ter no Brasil um novo momento, um momento de um padrão de veículos que tem segurança. Foi uma conquista de toda a sociedade brasileira", disse. Para o ministro, estes equipamentos são o mínimo a ser feito em termos de segurança veicular. Em outros países, segundo ele, os veículos já saem de fábrica com outros equipamentos como airbags nas laterais.

A decisão do Contran foi provocada por um pedido do primeiro vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), Antônio Carlos Megale e do representante do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, para abrir uma exceção para a Kombi, que não tem estrutura para receber os novos itens de segurança e assim teria que encerrar a sua produção.

O ministro Aguinaldo Ribeiro explicou que o Governo Federal já ofereceu em outras oportunidades suporte necessário para a manutenção de empregos na indústria. "O argumento apresentado é justo, mas a segurança e a vida das pessoas não tem preço. Podemos trabalhar para construir uma solução para garantir o emprego, mas a solução para preservar a vida não pode prescindir desses equipamentos", concluiu o ministro das Cidades. 

Assessoria de Comunicação Social
Ministério das Cidades

Fonte: Denatran

Entenda as diferenças entre o câmbio manual e o automático

Carros com câmbio automático cada vez ganham mais espaço no Brasil. De acordo com o engenheiro mecânico Ricardo Bock, do Centro Universitário da FEI, o crescimento do número de adeptos se dá basicamente pelo conforto. “O anda e para das grandes cidades do Brasil vinha já há algum tempo causando dores e outros variados tipos de desconforto que a troca de marchas automática conseguiu sanar”, diz.

Mas entre os motoristas de primeira viagem ainda há muitas dúvidas em relação ao câmbio automático. Veja, abaixo, cinco dicas sobre manutenção, condução e até de como rebocar o carro (caso precise). 

Marchas certas 

As nomenclaturas das marchas mudam. Em vez de 1ª a 5ª, como na maior parte dos automóveis, você verá D, P, N... Essas siglas podem mudar de modelo para modelo. Por isso, é imprescindível consultar o manual do proprietário. A forma de dirigir vai garantir maior vida útil aos componentes e mais segurança para você. Algumas regras básicas vão evitar danos. Por exemplo, jamais engatar “R” (ré) com o carro em movimento. 

Esqueça o pé esquerdo 

É fundamental esquecer o pé esquerdo na hora de dirigir. Como não tem embreagem, é fácil confundir e apertar o freio com o pé esquerdo. Isso é um erro. Pela prática em carros manuais, geralmente o motorista não tem a mesma sensibilidade nos dois pés. O direito é mais suave para aceleração e freio. Já o esquerdo é usado para pisar até o fundo. Resultado: se você usa o pé esquerdo no freio, a tendência é o carro parar de soco, o que aumenta o risco de acidentes. 

Manutenção especial 

Carros com câmbio automático têm uma manutenção diferente dos manuais. O principal cuidado é em relação à troca do óleo da caixa, que usa um lubrificante do tipo ATF. O motorista deve consultar o manual do proprietário e seguir rigorosamente os prazos de troca. Óleo velho ou abaixo do nível pode comprometer os discos de fricção internos e quando isso acontece é preciso substituí-los. Uma dica é sempre olhar o piso da garagem para verificar se não há manchas de óleo. 

Combustível 

Sim, carro com câmbio automático gasta mais combustível do que o mesmo modelo com câmbio manual. A estimativa é de 15% a mais. O gasto maior ocorre porque o câmbio automático executa as trocas de marcha em rotações mais altas do que o necessário no câmbio manual. No carro automático, o conversor de torque desperdiça a energia mecânica transferida pelo motor, ou seja, ele não usa toda a força obtida no motor. É o preço do conforto. 

Reboque 

Se for necessário guinchar seu carro, tenha cuidado. O recomendando é rebocar carros com câmbio automático em guinchos de plataforma, aqueles em que o automóvel fica com as quatro rodas paradas sobre o caminhão. Principalmente se o motorista não sabe se a tração é dianteira ou traseira. As rodas responsáveis pela tração não podem girar por grandes distâncias com o motor desligado. Há risco de quebrar a caixa automática.

Fonte: Terra.com.br

DETRAN/PE informa mudanças no procedimento de emplacamento e lacração

O processo para lacre e emplacamento veicular terá um novo formato a partir desta segunda-feira (23-12-2013). As novas regras são definidas pela Portaria 6760/2013 do DETRAN-PE, que substitui a Portaria 750/2012.

De acordo com as novas regras, o usuário, antes de emitir uma ordem de placa terá necessariamente de apresentar junto ao DETRAN um laudo de vistoria veicular. A regra vale tanto para o 1º emplacamento, substituição de placa danificada ou perdida e os demais casos de emplacamento e lacração.

No caso do 1º emplacamento,  é válido o laudo da vistoria realizada pela concessionária onde o veículo foi adquirido.

Lembramos que a vistoria veicular pode ser realizada nos seguintes locais e horários:
  1. Na sede do DETRAN, bairro da Iputinga (zona Oeste de Recife) – 7h45 às 16h
  2. Todas as Circunscrições Regionais de Trânsito (CIRETRANs) - das 7h45 às 13h
  3. Nos shoppings Tacaruna, Guararapes e North Shopping Caruaru - das 9 às 17h
  4. Unidade do DETRAN localizada no Expresso Cidadão de Olinda – 7h30 às 16h
Pagamento – Portando o laudo de vistoria, o usuário se dirigirá ao setor de Atendimento do DETRAN e emitirá uma ordem de emplacamento/lacração. Com esta ordem em mãos, poderá se dirigir a qualquer loja de Placa credenciada pelo DETRAN e efetuar o pagamento. O valor da placa será definido por cada loja de Placa, de acordo com as leis de mercado (oferta e procura).

A lista das lojas de Placa credenciadas pelo DETRAN-PE pode ser acessada no site do DETRAN (www.detran.pe.gov.br), no menu “Conveniados ao DETRAN”, localizado na lateral esquerda. Dentro deste menu, basta acessar a opção “Placas e Lacres”.

Fonte: DETRAN/PE

sábado, 21 de dezembro de 2013

Comissão aprova exigência de certificado do índice de transparência de película automotiva

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga os instaladores de película automotiva a fornecer certificação com o índice de transparência (PL 5364/13).

Atualmente, as películas contam apenas com uma informação em alto-relevo conhecida como chancela, que é aplicada na hora da instalação. O objetivo da proposta é fazer com que as empresas que instalam a película sejam responsabilizadas pelo uso fora da especificação e não só o motorista, como exigem hoje normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Os índices de visibilidade para os vidros de carros são de 75% para o para-brisa, 70% nos vidros laterais e 28% para os vidros traseiros. O uso da película fora desses valores é considerado pelo Contran infração grave, com multa de R$ 127 e 5 pontos na carteira, além da retenção do veículo até que a película seja retirada. 

Segurança para consumidores
O relator na Comissão de Defesa do Consumidor, deputado Severino Ninho (PSB-PE), lembrou que na maioria dos casos os motoristas não têm como saber se a película oferecida está em conformidade ou não com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97), e enfatizou que a adoção do certificado vai trazer mais segurança para os consumidores.

Ninho acrescenta que a proposta visa também evitar risco de acidente para as pessoas que estão dirigindo esses veículos e consequentemente para as pessoas que estão nas vias ou em outros veículos. “Como salienta o autor, observamos flagrante desrespeito às condições de transparência mínima dos conjuntos vidro-película dos veículos, colocando em risco a segurança de motoristas e pedestres no caótico trânsito de nossas metrópoles. Em muitos casos, a responsabilidade pela irregularidade também é das empresas prestadoras do serviço de aposição de película.” 

Inibir irregularidades
A representante da Associação Brasileira de Aplicadores de Películas, Carla Pedrosa, é favorável ao projeto que, na sua opinião, vai inibir irregularidades. Ela lembra que muitas vezes as películas são aplicadas pelos donos dos carros. "Não é proibido vender a película. A película pode ser aplicada em residência. Então, um consumidor pode pegar a película em algum lugar e fazer sua própria aplicação. Ainda que ele mesmo faça uma chancela e aplique no vidro."

Para Carla Pedrosa, ao comprar a película, o consumidor deveria assinar também o certificado emitido pela empresa, se corresponsabilizando pelo produto. 

Punição
O projeto determina também que a informação errada do índice de transmissão luminosa, no certificado ou na gravação indelével, sujeitará a empresa responsável pela aplicação às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). 

Tramitação
A proposta, que já foi aprovada na Comissão de Viação e Transportes ainda vai ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo.

Íntegra da proposta:

Honda lista dicas para viagens sobre duas rodas

Comprometida com a segurança no trânsito e atuante na conscientização de motociclistas de todo o Brasil, a Moto Honda da Amazônia, com o apoio do CETH (Centro Educacional de Trânsito Honda), preparou um guia básico de segurança para tornar as viagens de férias sobre duas rodas ainda mais prazerosas e tranquilas. 

O que deve ser verificado 

A primeira coisa é ter sempre à mão o Manual do Proprietário, o qual traz todas as informações sobre os componentes da motocicleta e as revisões necessárias antes de seguir viagem. Além disso, as concessionárias Honda oferecem, gratuitamente, a inspeção de 21 itens de qualquer motocicleta da marca. Realizada em apenas uma hora, a avaliação identifica eventuais problemas, como folgas no manete da embreagem, regulagem de corrente de transmissão e desgaste dos freios e pneus. É só entrar em contato com a concessionária mais próxima e agendar o atendimento. 

Antes de curtir a viagem, também é importante estar atento à revisão dos seguintes itens: 

Pneus: a calibragem deve estar de acordo com as especificações do Manual do Proprietário. Em alguns modelos, a pressão dos pneus deve ser maior caso a viagem seja realizada com “garupa”, compensando o peso extra sem perda de aderência. Também é importante verificar se há objetos presos nas rodas, como pregos e cacos de vidros ou se as mesmas estão com algum raio quebrado.

Lubrificação: caso o nível do óleo esteja abaixo do indicado, é necessário preencher ou efetuar a troca, bem como substituir os filtros de óleo e de ar periodicamente. O sistema de transmissão também deve receber atenção, com a limpeza e nova lubrificação de corrente, coroa e pinhão. Aconselha-se realizar esse processo também sempre que a motocicleta for usada em estradas de terra.

Freios: os cabos devem estar regulados e lubrificados. No caso dos hidráulicos, deve-se checar o nível do fluído. Se estiver abaixo do ideal pode ser sinal de desgaste excessivo das pastilhas ou de vazamento, fazendo-se necessária a inspeção imediata.

Elétrica: verificar se todas as luzes estão funcionando perfeitamente (freios, piscas, lanterna, farol e painel), para garantir a visibilidade e segurança do motociclista e das pessoas do entorno. O mau funcionamento da parte elétrica é considerado infração média, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, e pode ser multado. 

Motociclista consciente 

Não só a motocicleta precisa estar preparada para enfrentar as estradas. O motociclista precisa ter conhecimento dos equipamentos, acessórios e técnicas de pilotagem necessários para uma viagem segura. Confira algumas dicas do gerente do CETH, José Terwak.

Acessórios: é importante verificar se o capacete está dentro do prazo de validade e, ao utilizá-lo, se certificar de que o mesmo está bem adaptado, sem folgas ou sobras, e a viseira limpa e sem riscos. Recomenda-se também o uso de roupas claras, com fácil identificação pelos outros condutores. Calças e jaquetas de material resistente são indispensáveis, assim como botas e sapatos que protejam os pés, luvas e capas de chuva.

Pilotagem: principalmente nas estradas, onde as velocidades são mais altas, é fundamental que o motociclista se mantenha dentro do ângulo de visão dos outros motoristas, evitando os ângulos em que eles não conseguem enxergar a motocicleta (ponto cego), mesmo com o retrovisor.

“Na estrada é importante alertar, antecipadamente, os demais condutores sobre a intenção de manobra. Dessa forma, eles podem prever uma possível reação e evitar acidentes. Durante a pilotagem, manobras como ultrapassagens devem ser realizadas com rapidez e firmeza, sem desrespeitar os limites de velocidade. Acredite na sinalização da rodovia. Ela pode te ajudar e garantir a sua segurança. Também é importante nunca exceder as próprias habilidades, mantendo uma velocidade compatível com o percurso e condições do trânsito. E lembre-se, se beber, não pilote”, explica Terwak.

Recomenda-se, ainda, uma parada a cada 90 minutos para movimentar os músculos, com o objetivo de diminuir a fadiga e o cansaço gerados pelo vento. Seguindo todas essas orientações e respeitando o próximo, o motociclista poderá desfrutar da verdadeira sensação de liberdade de viajar sobre duas rodas.

Ao voltar da praia, lave o carro para evitar corrosão

Se você vai para a praia nas festas de fim de ano ou nas férias, lembre de lavar bem seu carro na volta. A maresia pode prejudicar algumas peças do veículo. Calma, não há motivo para desespero nem para cancelar o passeio. Seu carro não vai apodrecer após uns dias à beira-mar, mas uma boa limpeza é fundamental.

Quem vai uma vez ou outra para a praia, aqui vai uma dica: lave sempre seu carro assim que voltar, preferencialmente no mesmo dia ou no dia seguinte. Isso vai ajudar a tirar todo o sal e tudo mais que restou da praia pela lataria do automóvel.

Agora, para quem vive perto do mar, não tem jeito: lave o automóvel toda semana e, se puder, faça o polimento do veículo todo mês. A cera atua como uma proteção que previne a oxidação.

A maresia causa corrosão em objetos metálicos. É uma névoa úmida e salgada vinda do mar. É necessária apenas uma vez de exposição à maresia para que o automóvel já possa iniciar o seu processo de ferrugem. A parte debaixo do carro pode ser prejudicada sem nem mesmo que o condutor perceba. 

Peças prejudicadas 

O estabilizador, a suspensão e todas as partes que têm ferro podem ser afetadas. O escapamento também não fica de fora, ele pode apodrecer. O amortecedor do carro também pode sofrer danos.

Em carros mais antigos, pode, em casos mais graves, acontecer o apodrecimento do motor e câmbio. As rodas de ferros também podem enferrujar e não segurarem mais o ar dos pneus.

Fonte: Terra.com.br

Seguro DPVAT não terá reajuste em 2014

Automóveis particulares pagam R$ 105,65


O CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) decidiu ontem (19) por não reajustar os valores do DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres) para 2014.

De acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), a análise técnica realizada com base no pedido encaminhado pela Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT e nos trabalhos de supervisão da autarquia, demonstrou não haver necessidade de qualquer aumento nos prêmios tarifários. Dessa forma, os valores seguem os mesmos de 2013.


Com informações da Agência Estado

Comissão aprova inclusão de dados sobre penhora no documento do veículo

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (18), o Projeto de Lei 2906/11, do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que determina que órgãos executivos de trânsito dos estados e do Distrito Federal (Departamentos de Trânsito - Detrans) anotem no documento do veículo informações sobre arresto, penhora ou qualquer medida que leve à indisponibilidade do bem em processo judicial.

A proposta acrescenta dispositivo ao Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97). Segundo o projeto, para a expedição do novo Certificado de Registro de Veículo serão exigidas as informações sobre decisões judiciais relativas ao veículo.

O autor justificou que o projeto servirá para proteger, de um lado, o próprio credor, e, de outro, eventuais adquirentes desses bens, já que as medidas judiciais de que trata o projeto não constam, na maioria das vezes, nas informações do veículo junto aos órgãos de trânsito.

Acesso imediato à informação
O relator do projeto na Comissão de Viação e Transportes, deputado Edson Ezequiel (PMDB-RJ), concordou com a importância do projeto. Segundo ele, a medida permite, efetivamente, fornecer ao comprador de veículo usado o acesso imediato à informação sobre a situação de indisponibilidade do bem decorrente de decisão judicial.

“Não tendo essa informação, o adquirente pode ser surpreendido pelo direito de sequela de que goza o requerente do arresto ou penhora do bem, para o pagamento de sua dívida”, disse.

A comissão aprovou duas emendas do relator que corrigem nomenclaturas e renumeram itens na redação do projeto. 

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

8º Desafio de Trânsito

Finalizamos mais um Desafio de Trânsito promovido pela nossa página. Abaixo o ranking final:

Anderson Resplandes (Caruaru-PE) 92 pontos

Lindomar Rodrigues (Caruaru-PE) 92 pontos
 
Regis (Morada Nova-CE) 87 pontos
 
Cleyton Silvestre (Garanhuns-PE) 87 pontos

Marcio Gonçalves (Belo Jardim-PE) 86 pontos

Carlos Antonio (Caruaru-PE) 85 pontos

Marcelo Henrique (Londrina-PR) 80 pontos

Luis Alberto Arruda (Belo Jardim-PE) 79 pontos

Salatiel Ramos (Caruaru-PE) 71 pontos

10º Alfredo Driver (Garanhuns-PE) 71 pontos

11º Carlos Eduardo (Londrina-PR) 67 pontos

12º Sheila (Aracaju-SE) 66 pontos

13º Osiel José Francisco (Vitória de Santo Antão-PE) 66 pontos

14º Kleber (Anápolis-GO) 65 pontos

15º Deivid Marques (Aracaju-SE) 64 pontos

16º Cristina (Olinda-PE) 64 pontos

17º Domingos (Caruaru-PE) 63 pontos 

18º Jonas Rico (Cambé-PR) 62 pontos 

19º Cipriano Barbosa (Garanhuns-PE) 59 pontos

20º Francisco de Assis (Aracaju-SE) 58 pontos 

Agradecemos a todos que participaram. Abaixo está o gabarito das questões publicadas no desafio. Caso haja discordância das respostas, estamos à disposição para explicações.

1. É correto afirmar que o CTB foi publicado no ano de 1998? 
Não, a publicação ocorreu em 1997.

2. A CNH será cassada quando o condutor: 

Suspenso do direito de dirigir, for flagrado conduzindo qualquer veículo;

3. Avançar o sinal de Parada Obrigatória é considerado infração: 

Gravíssima.

4. Estacionar o veículo onde houver guia da calçada (meio-fio) rebaixada destinada a entrada e saíde de veículos é infração: 

Média;

5. Para todos os efeitos, a operação de carga e descarga na via será considerada: 

Estacionamento;

6. Qual das opções abaixo não é uma medida administrativa? 

Advertência por escrito.

7. As Resoluções do CONTRAN, quando aprovadas e publicadas podem modificar o CTB. 

Falso.

8. Não é um órgão normativo do Sistema Nacional de Trânsito: 

PRF;

9. Após quantos dias os veículos apreendidos e não reclamados por parte de seu dono serão levados à hasta pública?

 90 dias;

10. Num trecho de via em que a velocidade máxima é de 60km/h, o condutor foi flagrado a 69km/h pela fiscalização eletrônica. Qual a infração? 

Média;

11. Para conduzir trailer o condutor precisa obrigatoriamente estar habilitado na categoria "E".

 Falso.

12. Para mudar da categoria "C" para categoria "E", o condutor precisa ter no mínimo 21 anos de idade e estar habilitado a quanto tempo na categoria "C"? 

1 ano;

13. Os veículos destinados à formação de condutores serão identificados por uma faixa amarela, pintada ao longo da carroçaria, à meia altura, com a inscrição AUTO-ESCOLA na cor preta. Qual a largura dessa faixa? 

20 centímetros;

14. A cópia da CNH será aceita se o documento for autenticado em cartório. 

Falso.

15. Conduzir veículo sem portar a autorização para condução de escolares é considerado infração: 

Grave.

16. A circulação far-se-á pelo lado direito da via, admitindo-se as exceções devidamente sinalizadas. Essa afirmativa é: 

Verdadeira;

17. Em todos os casos, o estacionamento dos veículos motorizados de duas rodas será feito em posição perpendicular à guia da calçada (meio-fio) e junto a ela. Está correto? 

Não, existem exceções.

18. Qual a velocidade mínima permitida para uma motoneta numa rodovia sem sinalização regulamentadora de velocidade? 

40km/h;

19. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios? 

Sim, pois a lei prevê essa condição;

20. Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível é considerado infração:

 Média;

21. Com a ACC, o condutor poderá conduzir qual veículo abaixo? 

Ciclomotor;

22. Qual dos tipos de placas indicados abaixo gera infração pelo seu não cumprimento? 

Regulamentação;

23. Existe infração gravíssima multiplicada/agravada por 10x? 

Sim;

24. Transitar pela contramão de direção em vias com sinalização de regulamentação de sentido único de circulação é considerado infração: 

Gravíssima.

25. Os Conselhos Municipais de Trânsito são órgãos: 

Nenhuma das opções anteriores.

26. Qual das opções baixo não é uma via urbana? 

Estradas;

27. Não é um veículo da espécie "carga": 

Charrete;

28. As placas de identificação de veículos com fundo na cor branca e caracteres em preto é da categoria: 

Oficial.

29. Numa fiscalização de trânsito um veículo foi abordado e ficou constatado que o condutor e o passageiro, ambos não utilizavam o cinto de segurança, o agente aplicou somente uma infração de natureza grave (Art. 167 do CTB). Na mesma fiscalização, uma motocicleta foi abordada e foi flagrado piloto e passageiro sem capacete de segurança. O agente aplicou duas infrações gravíssimas com base no Art. 244 do CTB. Está correto, porquê? (Questão aberta que vale até 5 pontos) 

Sim, está correto. A raiz do código da infração é a mesma para a infração do Artigo 167 do CTB. Já a raiz do código da infração do Artigo 244 do CTB é diferente para as duas irregularidades.

30. O Art. 173 do CTB considera infração gravíssima (três vezes) disputar corrida por espírito de emulação. A CNH do condutor será recolhida, o veículo removido e aplica-se as penalidades de suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo. De quanto tempo será a apreensão e a suspensão? Justifique. (Questão aberta que vale até 10 pontos) 

"Apreensão de 11 a 20 dias (Res. 53/98 CONTRAN)
Suspensão de 2 a 7 meses (Res. 182/05 CONTRAN)"


Desde já, todos estão convidados a participar do 9º Desafio de Trânsito.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Autoescolas pedem ajuda da Câmara para revogar aulas com simuladores

Representantes de autoescolas de várias partes do País estiveram nesta terça-feira (17) com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, pedindo ajuda para revogar a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que obriga as autoescolas a oferecerem algumas aulas com simuladores de direção.

A resolução (444/13) entra em vigor no ano que vem. O presidente da Câmara disse que vai analisar os documentos apresentados pelo grupo. 

Aumento de custos
Segundo Belchior Queiroz, presidente do Sindicato de Autoescolas de Goiás, o Contran quer que cada aluno tenha pelo menos cinco aulas nos simuladores. Mas ele considera que o novo equipamento aumentará os custos sem trazer benefícios.

"Tecnicamente, o seu filho hoje teria mais facilidade para manusear do que eu. É uma brincadeira de criança", afirmou. Queiroz disse que o custo de obtenção da carteira aumentará de R$ 300 a R$ 500 com o uso dos simuladores. 

“O que salva vida é fiscalização”
Para o deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), que acompanhou o grupo na audiência, o governo está atacando os problemas com o remédio errado. "Não adianta dizer que simulador vai salvar vida. O que salva vida é fiscalização em quem bebe e mata”, disse.

Almeida pretende apresentar um projeto de decreto legislativo para sustar a resolução do Contran. Mas está confiando na pressão da Câmara e do Senado sobre o governo. Também estavam presentes à audiência os deputados Marcos Montes (PSD-MG) e Paulo Foletto (PSB-ES).

Em nota, o Contran disse que a decisão de usar os simuladores na formação de novos motoristas é "irrevogável" e que a mudança já foi adiada uma vez. Pesquisa feita nos Estados Unidos e citada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) afirma que o uso do simulador pode reduzir pela metade o número de acidentes nos 24 primeiros meses após a aprovação da habilitação.

Carros básicos ficarão R$ 1,5 mil mais caros com airbag e ABS

Depois de uma semana de indecisão, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou na terça-feira a obrigatoriedade de airbag e freios com ABS em todos os veículos fabricados no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2014. A medida deve encarecer os modelos básicos, que não tinham os itens de segurança, entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, segundo o próprio ministro.

No entanto, o acréscimo pode alcançar até R$ 3 mil, como no caso do Peugeot 207 Active, que teve seu preço ajustado de R$ 30.990 para R$ 33.990 neste mês com a inclusão dos equipamentos. Passando pelo mesmo momento, o Ford Fiesta RoCam Hatch com motor 1.0 l foi para R$ 30.990 – um acréscimo de R$ 1.000 no modelo equipado com direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas.

Até dezembro, seguem sem os itens, nem como opcional, carros como Renault Clio, Volkswagen Gol G4 e Ford Ka. Neste último, o airbag aparece na versão SE Plus, por R$ 28.600, mas o ABS não está disponível. Já o Fiat Uno Mille deve chegar mesmo ao fim da produção por conta da exigência. Atualmente, 60% dos veículos que saem das fábricas têm que ter instalados airbag e freios ABS. O percentual subirá para 100% em 2014, segundo a norma estabelecida em 2009.

Em nota, o Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, afirmou que “a exigência de dotar os veículos novos com freios ABS e airbag a partir de primeiro de janeiro é um avanço no padrão dos veículos brasileiros”.

O ministro ainda destacou que Mantega “foi sensível ao compromisso assumido pelo governo de reduzir o número de vítimas no trânsito. Assim, foi dado mais um passo para preservar o que é mais importante: a vida”.

Fonte: Blog do Gonzaga Patriota / Terra

Ministério da Saúde se opõe a exame para detectar drogas em motoristas

O Conselho Nacional do Trânsito (Contran) se reúne nesta quarta-feira (18) e deve analisar pedido feito pelo Ministério da Saúde para derrubar uma resolução que obriga motoristas de ônibus, caminhões e carretas a fazerem exames toxicológicos. Documento obtido pelo G1 mostra que a pasta não vê evidências científicas de que a medida reduzirá os acidentes de trânsito associados ao uso de drogas. A reunião começa às 9h.

No dia 27 de novembro, foi publicada no Diário Oficial a resolução que torna obrigatório o exame para detecção do uso de drogas no momento de tirar ou renovar as habilitações das categorias C, D e E. Conforme a norma, clínicas especializadas começariam a fazer o exame a partir de junho.

O exame detecta o uso de drogas em até seis meses anteriores e identifica substâncias como crack, maconha, anfetamina e cocaína. O teste pode ser feito com um fio de cabelo, um pedaço de unha ou pele.

Para pedir a revisão da resolução, o Ministério da Saúde se baseou na nota técnica número 21/2013, elaborada pela pasta, que questiona a efetividade da medida. O documento argumenta que a causa de acidentes é o uso durante a condução de veículos, e que o exame de larga janela, como é chamado o que detecta em longos períodos anteriores à sua realização, não flagra o uso somente no momento da condução e sim em outros momentos, que não é considerado crime.

"Portanto, vincular a habilitação de motoristas à realização de exames desta natureza [...] não identifica o risco imediato do motorista profissional de dirigir sob a influência de drogas e outras substâncias psicoativas, nem proporciona medidas de intervenção imediata", justifica o documento. “Há de se restringir a detecção de eventual uso de drogas no período médio de 6 horas, caracterizando o uso e o risco imediato do condutor na via”, completa a nota  técnica.

O ministério avalia ainda que o exame feito com o fio de cabelo, "tem alta possibilidade de contaminação pelo ambiente gerando falsos positivos". A pasta defende o uso do exame de urina, que não é invasivo e permite identificar o uso recente de drogas.

Por meio de nota, o Contran informou que o pedido de revisão do Ministério da Saúde só chegou depois da resolução já publicada no Diário Oficial e, por isso, que só deve ser avaliado na reunião desta quarta-feira. A pauta não é divulgada com antecedência, mas o assunto está na pauta dos temas que estão para ser analisados em reuniões futuras.

O órgão salientou também que o texto foi aprovado com apenas um voto contrário, o do Ministério da Saúde. Também fazem parte do conselho representantes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), e dos ministérios da Justiça, Defesa, Transportes, Educação, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Cidades.

Já o Ministério da Saúde informou por nota que o pedido de revisão foi protocolado no dia 28 de novembro. A pasta justifica que o pedido tem o objetivo de discutir alternativas de teste "de forma imediata durante a fiscalização nas vias e rodovias". "Dessa forma podemos identificar que o motorista está dirigindo sob efeito de drogas", defendeu.

A pasta justificou ainda que com a periodicidade de cinco anos (prazo para renovação da habilitação), "não é possível identificar o efeito imediato da substância psicoativa associado à condução". E classificou como "alto" o custo para implementação da medida. Cada exame pode chegar a custar R$ 500.

Fonte: G1

Contran define o que são bicicletas elétricas e põe fim em confusão

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran), por meio da Resolução 465, publicada no Diário Oficial da União do dia 13 de dezembro, regulamentou as bicicletas elétricas no país, equiparando-as às bicicletas comuns. A medida visa permitir a circulação de bicicletas elétricas em convivência com as bicicletas comuns em ciclovias, ciclofaixas, acostamentos e bordos de vias urbanas e rurais e por fim à confusão que existia na classificação destas como ciclomotores.

Com essa medida, oficializa-se a dispensa para as bicicletas elétricas de registro, tributação, habilitação e seguro obrigatório. Entretanto, para circular em vias públicas, deverão ter motor com limite de potência máxima de 350 Watts, que só poderá funcionar quando o condutor estiver pedalando e não poderá haver acelerador e a velocidade máxima alcançável deverá ser de, no máximo, 25 Km/h. Um dispositivo de controle de velocidade deverá reduzir a alimentação elétrica do motor progressivamente até cortá-la totalmente quando a velocidade da bicicleta atingir 25 Km/h e um sensor de esforço deverá perceber quando o ciclista deixar de pedalar e também cortar a alimentação elétrica do motor.

Adicionalmente a isso, as bicicletas elétricas deverão ser dotadas de indicador de velocidade, campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelhos retrovisores em ambos os lados e pneus em condições mínimas de segurança. Ficou regulamentada também a obrigatoriedade do uso de capacete de ciclista.

Essa medida há um bom tempo já era aguardada, pois reinava uma confusão entre os agentes de trânsito e uma insegurança entre os usuários de bicicletas elétricas em função de não haver diferenciação entre qualquer veículo ciclo-elétrico de 2 ou 3 rodas com motor de até 4.000 Watts e um ciclomotor (motoneta elétrica ou moto elétrica), conforme prescrevia a resolução 315/2009 do Contran.

Indignados, fabricantes e usuários recorreram ao judiciário para obter liminares para garantir a circulação destes veículos como bicicletas comuns. Com esse instrumento legal, distorções e abusos acabaram sendo cometidos.

Alguns fabricantes e importadores passaram a oferecer veículos elétricos que nitidamente não podiam ser classificados como bicicletas, apenas dotados de pedais inúteis e uma Nota Fiscal que lhes designavam como tal tão somente a fim de burlar a legislação. Verdadeiras motonetas elétricas, com dimensões e pesos incompatíveis com a capacidade de tração humana, motores de até 1.000 Watts e velocidade máxima alcançável de até 50 Km/h passaram a circular pelas vias de algumas cidades sob o pretexto de possuírem pedais e uma Nota Fiscal que as caracterizavam como “bicicletas”, portanto dispensando uma série de exigências legais, como, por exemplo, a necessidade de uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação, visto que a ACC-Autorização para Circulação de Ciclomotores até hoje é como um fantasma, pois muitos acreditam existir, mas ninguém comprovou ter visto um de verdade), e até menores puderam ser flagrados conduzindo estes veículos, afinal, se é uma bicicleta, um menor pode conduzir.

Com os parâmetros definidos por essa resolução 465 agora fica bem claro o que é uma bicicleta elétrica, e isso exigirá a readequação legal de vários modelos atualmente em vendas e em circulação.

Os veículos que não se enquadrarem como bicicletas elétricas automaticamente se equiparam a ciclomotores, portanto sujeitos à legislação municipal, o quê também ainda gera muita confusão por esse Brasil afora, mas, em princípio, se exige a CNH (ou ACC), equipamentos de sinalização iguais aos de uma moto e necessidade de uso de capacete de motociclista. O registro e licenciamento, em perímetro urbano, dependerão do que o município estabelecer.

Mau exemplo de motociclistas prejudica trânsito

Hábito de guiar a moto entre as faixas ou em zigue-zague é comum no centro da cidade. A pressa e a falta de atenção também colocam em risco a vida dos pedestres


A pressa e a falta de atenção de condutores de motocicletas atrapalham o trânsito e colocam a vida de outras pessoas em risco. Com isso, tem se tornado cada vez mais comuns os relatos de pedestres e motoristas de outros tipos de veículos que se dizem prejudicados por esse tipo de comportamento.

Situações comuns de serem observadas por quem costuma passar horas no trânsito. É o caso de Brenio Silva, de 35 anos, que há dez deles trabalha como motorista de ônibus em linhas que circulam pela zona urbana de Caruaru. Ele enumera, com facilidade, uma série de incidentes que envolveram motocicletas.

"A maioria deles (condutores desse tipo de veículos) está sempre muito apressada. Eles não têm paciência para esperar o semáforo abrir, param em cima da faixa e ainda fazem manobras arriscadas", diz o motorista.

Ele revela que já presenciou cenas em que um motorista de ônibus parou o veículo para dar a preferência ao pedestre e, pela falta de atenção, o condutor da motocicleta acabou causando uma colisão. E destaca outro grande "problema", que é a popularização das "cinquentinhas". Nesses casos, os riscos seriam ainda maiores pela dificuldade de localização e de penalização do infrator (pela ausência da placa).

Além de prejudicar e expor outras pessoas no trânsito, esse tipo de comportamento também coloca em risco a vida de pedestres. Relatos como o do administrador Adnaildo Moreira, de 26 anos, expõem isso.

No início do mês, ele foi atropelado no centro de Caruaru. O responsável? Um motociclista que, logo em seguida, fugiu do local. "Por sorte, não foi nada grave. O semáforo havia acabado de ficar vermelho, mas ele estava tão apressado que não prestou atenção nos pedestres que já estavam atravessando a rua. Ele dobrou a esquina e me acertou em cheio. Por sorte, só tive pequenos arranhões", informa.

Para Adnaildo, resta o aprendizado sobre a necessidade de repensar os hábitos enquanto condutor. Ele também possui uma motocicleta, mas garante que, desde então, passou a dirigir com mais cautela.

"Fiquei imaginando se no meu lugar estivesse uma pessoa com idade mais avançada. Ela poderia ter ficado gravemente ferida. A gente fica tentado a driblar os veículos no trânsito, mas não pode esquecer que também precisa pensar nos outros", reflete.

PUNIÇÃO
É importante que os condutores fiquem atentos. O avanço de sinal, além, é claro, de aumentar as chances de um acidente, é considerado uma infração gravíssima, punida com multa de R$ 191,54 e sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Pilotar entre as faixas, a exemplo do que muitos condutores fazem no centro de Caruaru, é proibido pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e constitui infração prevista nos artigos 193 e 192. O primeiro estipula multa de R$ 574,62 para motociclistas que transitem na divisa das pistas de rolamento e acostamentos. A conduta é considerada infração gravíssima e representa sete pontos na carteira de motorista.

O outro artigo fala sobre a necessidade de manter distância de segurança lateral e frontal entre os veículos, assim como em relação à borda da pista, o que é desrespeitado pelos motociclistas que se aventuram em zigue-zague entre os demais automóveis. O ato é infração grave, com multa de R$ 127,69 e custa cinco pontos na carteira.