quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Ponte na bateria pode danificar componentes eletrônicos

Sabe aquela prática antiga de fazer uma ponte quando a bateria morre, a popular “chupeta”? Ela deve ser totalmente deixada de lado. Com aumento dos componentes eletrônicos nos carros, é cada vez maior o risco de queimar uma peça com essa artimanha. O certo é retirar a bateria do veículo, carregá-la fora e depois colocar novamente no lugar.

Muita gente ainda anda com cabos para fazer a ponte da bateria. Isso, porém, deixou de ser aconselhado pelas montadoras e empresas especializadas. “Nunca recomendamos o uso de chupeta ou ponte nas baterias descarregadas. Hoje os carros apresentam muita eletrônica embargada. Pode queimar a central de injeção, reguladores de tensão e até mesma todas as peças eletroeletrônicas do veículo”, diz Antônio Junior, gerente de produto da Moura, empresa especializada em baterias.

O certo, explica Antônio, é o motorista buscar uma empresa especializada. “A bateria deve ser retirada e recarregada em carregadores fora do vão motor do veículo”, complementa. O motorista também deve analisar se o alternador está em perfeitas condições. 

Conservação 

Para diminuir os riscos de ficar sem bateria, algumas dicas podem ser seguidas. A primeira é ter atenção com a corrente de stand by, presente em todos os veículos. Mesmo parado, o veículo consome energia da bateria com equipamentos eletrônicos que nunca desligam, como a central de injeção eletrônica, o alarme e a parte frontal do rádio. Por isso, é aconselhado retirar a frente do rádio, quando possível, para evitar o consumo de energia. Além disso, deixar rádio ou faróis ligados com o carro desligado vai acelerar a descarga da bateria.

É importante também usar produtos homologados pelas montadoras e que se encaixem na capacidade da bateria, para evitar que em pouco tempo a bateria seja descarregada.

Fonte: Terra.com.br

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