quarta-feira, 24 de julho de 2013

Projeto que desonera transporte coletivo voltará à Câmara em agosto

O projeto que visa reduzir o preço das passagens de ônibus urbanos (PL 1927/03, do ex-deputado Fernando de Fabinho) com a desoneração de uma série de impostos pagos pelas empresas concessionárias já foi aprovado, com alterações, pelo Senado e está pronto para voltar à Câmara. A proposta foi aprovada originalmente na Câmara em outubro de 2009.

O prazo para apresentação de recurso contra votação terminativa da proposta na Comissão de Assuntos Econômicos daquela Casa terminou no dia 19 de julho. Como não houve recurso, a matéria seguirá direto para a Câmara no início de agosto, sem passar pelo Plenário.

O projeto institui o Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano de Passageiros (Reitup). Com o Reitup, a União, que já promoveu por medidas provisórias e decreto algumas das providências previstas no projeto, ampliaria esses benefícios fiscais com a redução a zero do PIS/Pasep e da Cofins na aquisição de óleo diesel para ônibus, de energia elétrica para operação de metrôs e de veículos, chassis/carrocerias e pneus.

Licitações
Estados e municípios poderão aderir ao Reitup, desde que desonerem as empresas de impostos de sua competência, como o ICMS e o ISS. Deverão adotar ainda as seguintes providências: realizar licitações para conceder os serviços, implantar regime de bilhete único, instalar conselhos de transporte com a participação da sociedade civil e elaborar laudos demonstrando o impacto dos incentivos concedidos e determinando os valores máximos das tarifas. Para tanto, terão prazo de dois anos, conforme emenda da senadora Kátia Abreu (PSD-TO).

Além dos benefícios tributários, o projeto propõe um desconto mínimo de 75% nas tarifas de energia elétrica consumida pelos metrôs, trens metropolitanos e trólebus. A redução da receita das concessionárias de energia elétrica em decorrência desse desconto será compensada pela União – foi alterada a versão original do substitutivo do relator, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que transferia ao consumidor de energia elétrica o pagamento desse ônus. 

Transparência
O substitutivo incorporou, total ou parcialmente, muitas das 24 emendas apresentadas pelos senadores. Uma parte delas, por sugestão dos senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Roberto Requião (PMDB-PR), visa aumentar a transparência e o controle social sobre as planilhas de custos das empresas de transporte coletivo.

Municípios com mais de 200 mil habitantes, por exemplo, deverão contratar auditoria externa para auxiliar na elaboração de laudo para o cálculo da tarifa, que serão publicados na internet.

A exigência de elaboração de planilha detalhada de custos e receitas foi estendida, no substitutivo, às empresas que não aderirem ao Reitup. Com a obrigação de que cada município institua um conselho de transporte, o projeto visa a maior participação social no cálculo das tarifas.

O projeto assegura a aplicação da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/11) aos dados das empresas de transporte coletivo, em razão da existência de contrato de concessão com o poder público.

Todos esses mecanismos de transparência têm como objetivo assegurar que os benefícios concedidos - pelas desonerações e redução dos custos de insumos - convertam-se integralmente em descontos nas tarifas. Inácio Arruda disse que se pretende evitar apropriação indevida de receita por parte das empresas de transporte coletivo.

Visando prevenir disparidades nos preços das passagens, o relator acatou emenda do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) que estabelece planilha nacional de referência para o cálculo dos custos de empresas de transporte coletivo.

Por sugestão do senador Aníbal Diniz (PT-AC), o relator excluiu do texto de seu substitutivo a redução da contribuição patronal à seguridade para 0,5% – as empresas continuarão recolhendo à Previdência 2% do faturamento, como determina a legislação vigente. 

Compensação
A emenda que causou maior polêmica, apresentada pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), prevê que os recursos efetivamente aplicados na melhoria do transporte por estados e municípios serão aceitos como pagamento da dívida que esses entes federados têm com a União, até o limite de 30%.

A mudança teve parecer contrário do relator, que temia inviabilizar o projeto com o acréscimo dessa compensação. Colocada em votação, a emenda obteve 17 votos favoráveis e apenas três contrários.

Ao fim da votação, Lindbergh Farias disse que a aprovação do projeto foi uma vitória e que a aceitação da emenda do senador Aloysio Nunes fazia "parte do jogo democrático". De acordo com o relator, o projeto que seguirá à Câmara é "muito consistente".

Velas do carro precisam de regulagem?

As velas dos carros precisam de regulagem, sim. Mas você não precisa sair correndo para o mecânico pedindo para regulá-las. Elas só passam por ajustes quando foram trocadas. Por isso, não preocupe-se com regulagem. Isso é função do mecânico. O fundamental é cuidar os prazos de troca das peças.

Ao chegar ao fim da vida útil, as velas de ignição do seu veículo começam a dar sinais de desgaste. Dentre esses “sinais” mostrados pelo carro, está o aumento no consumo de combustível. Isso acontece porque o carro necessita injetar mais combustível na câmara de combustão para manter a mesma intensidade de queima, já que a vela não tem a mesma eficiência que tinha no começo de sua vida útil.

“Como toda peça, as velas sofrem um desgaste natural durante o tempo de uso. Cada centelha produzida desgasta a ponta da vela, que de acordo com o tempo de uso vai terminando e deixando de produzir com a mesma eficiência”, diz Daniel Lovizaro, chefe de assistência técnica da Divisão Automotiva da Bosch.

Geralmente recomenda-se que as velas sejam analisadas a cada 10.000 quilômetros. O período de troca varia, mas geralmente não passa de 40.000 ou 50.000 quilômetros. Veja no manual do seu carro o intervalo recomendado para troca. Ao efetuar a troca, verifique sempre a vela recomendada pelo fabricante, no manual do veículo.

Alguns modelos de carros necessitam de ajuste nas velas na hora da troca. Esse ajuste consiste em adequar a distância entre o eletrodo central da vela e o ‘braço’ metálico que se localiza acima do eletrodo. O procedimento só deve ser feito pelo mecânico, caso o manual do veículo exija o ajuste. Para este tipo de serviço, o mecânico usa uma ferramenta específica, chamada calibrador.

Daniel conta um fato que ocorre com frequência nas oficinas mecânicas. “Geralmente por preguiça, o mecânico, não consulta o manual do veículo e procura uma vela com aparência idêntica à vela retirada do automóvel e executa a substituição. As velas podem ser parecidas esteticamente, mas seus componentes internos são diferentes. Usar uma peça não recomendada em determinado veículo, em certos tipos de condições, pode causar severos danos ao motor”, completa o especialista da Bosch.

Quando uma vela apresentar problemas, o aconselhado é trocar todo o jogo.

Fonte: Terra.com.br

Rolamentos de roda precisam ser repostos por peças originais

O ronco geralmente começa baixo, como um chiado forte. Depois vai aumentando ao ponto de infernizar o motorista dentro do carro. Rolamento de roda quando começa a roncar não tem jeito. Precisa ser trocado. Além do barulho incômodo, ele pode quebrar se não for substituído e, em último caso, provocar o travamento da roda.

Os rolamentos de roda costumam durar mais de 100 mil quilômetros ou cinco anos. Porém, podem apresentar defeitos antes se a peça tiver algum problema de lubrificação ou sofrer a entrada de umidade. “O contato dos rolamentos com umidade ou mesmo um contato direto com água gera uma reação química do oxigênio com o aço do rolamento, a qual denomina-se oxidação, que atua de forma corrosiva no material dos rolamentos e impossibilita a sua utilização”, informa a NSK, empresa que produz peças para montadoras brasileiras.

Neste caso, o motorista começará a perceber um ronco especialmente em estradas bem asfaltadas. A intensidade do ronco vai aumentando conforme a velocidade, já que quando mais as rodas giram mais a peça faz barulho.

Uma dica para saber se o ronco é nas rodas é desengrenar o carro andando em local plano por alguns segundos. Se o ronco persistir mesmo com o veículo rodando em ponto morto, o problema possivelmente é em algum rolamento de roda. Se parar, pode ser algo relacionado ao sistema de transmissão.

Mas a melhor forma de descobrir o problema com segurança é levar o carro a uma empresa especializada. Levantando o veículo será possível saber onde está o defeito. Os rolamentos dianteiros costumam estragar primeiro devido à tração, que na maior parte dos carros brasileiros é na frente.

Fonte: Terra.com.br

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Orientação aos candidatos à Primeira Habilitação

Amigo Usuário,
Com a entrada em vigor do novo Código de Trânsito Brasileiro, o caminho para obter sua habilitação mudou. Entretanto, seguindo as orientações contidas nesta página, você estará dando um passo certo para que o seu processo transcorra sem embaraços ou contratempos. 

DIGA "NÃO!" AOS INTERMEDIÁRIOS 

O DETRAN/PE está dotado de toda a estrutura para atendê-lo. É absolutamente necessário que você abra pessoalmente o seu processo de habilitação, pois é neste momento que os atendentes poderão identificá-lo e colher a sua assinatura, que constará da CNH-Carteira Nacional de Habilitação, que tem Fé Pública e equivale a documento de identidade em todo o Território Nacional (Art. 159 do CTB).

Portanto, ao decidir iniciar o seu processo de 1ª habilitação, não ceda às promessas de facilidades feitas pelos intermediários, procure o DETRAN. Estaremos prontos para atendê-lo da melhor forma possível. 

QUAL O CAMINHO A SEGUIR PARA OBTER O SEU DOCUMENTO DE HABILITAÇÃO? 

O processo de habilitação é composto de quatro etapas:

1. Exame Psicológico;
2. Exame Médico;
3. Exame Teórico-técnico (CFC - A);
4. Exame de Prática Veicular (CFC - B)


Para cumpri-las, siga as seguintes orientações abaixo: 

ABERTURA DO PROCESSO 

Requisitos Necessários ao Candidato:

Para candidatar-se à 1ª Habilitação, nas Categorias "A", "B" ou "AB", é necessário:

- Ser Penalmente Imputável;
- Saber Ler e Escrever;
- Possuir Documento de Identidade; e
- Possuir Cadastro de Pessoa Física – CPF.

Documentos Necessários (original e cópia):

- Documento de Identidade ou Carteira de Trabalho ou Reservista (para os homens) ou Passaporte ou Carteiras de Órgãos ou Conselhos de Classe que, por Lei Federal, valem como documento de identidade como, por exemplo, as Carteiras do CREA, OAB, CRC, CRM etc; e,
- CPF; 

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: 

1. Não há necessidade de apresentação de fotografia, visto que será obtida através de Processo de Biometria (captura On Line de Imagem, Digital e Assinatura), no próprio local;
2. Quando o candidato for Estrangeiro, não habilitado em seu País de origem, deverá apresentar documento que comprove sua estadia regular no Brasil.
3. Os Candidatos que começaram o Processo de 1ª Habilitação em outro Estado e querem concluí-lo no Estado de Pernambuco, terão que solicitar "Averbação do Processo de Habilitação";
4. De acordo com a Legislação em vigor (Resolução CONTRAN Nº 168 parágrafo 3º ), o Processo de obtenção da 1ª Habilitação tem validade de 12(doze) meses, contados da data de abertura do Serviço no DETRAN.

Ciente dos Requisitos acima,

-Você deve se dirigir aos locais de Atendimento do DETRAN/PE, para abrir o processo;
-Agendar os exames médico e psicológico na área e data de sua escolha;
-Receber a guia de recolhimento das taxas (R$204,39), que deverá ser paga antes da realização dos exames.

* Na guia de recolhimento já estão incluídas as taxas de realização dos exames médico e psicológico. Portanto, você não deve pagar mais nada à clínica ou profissional escolhidos. 
* Ao dirigir-se aos locais para a realização dos exames, leve com você as requisições de exames; o documento de identidade e o comprovante de pagamento da taxa do Serviço.
 


CURSO TEÓRICO-TÉCNICO - 45 horas/aula 

Estando aprovado nos exames psicológico e médico, você deverá se dirigir a um Centro de Formação de Condutores - A (CFC-A ) ou A/B.

Após a conclusão do curso (45 horas), o CFC A ou A/B se encarregará de efetuar o agendamento para a realização do exame teórico-técnico. 

APRENDIZAGEM DE PRÁTICA VEICULAR - mínimo de 20 horas/aula 

Apenas após a aprovação no exame teórico-técnico, você deverá procurar um Centro de Formação de Condutores - B (CFC-B) ou A/B, para se submeter à instrução prática.
O CFC - B ou A/B se encarregará de solicitar junto ao DETRAN, a sua licença de aprendizagem (LADV) para que as aulas práticas possam ser, efetivamente, iniciadas.
Após o cumprimento da carga horária mínima exigida para a prática de direção veicular (20 horas), o CFC B ou A/B efetuará o agendamento para a realização do exame prático.

Ao dirigir-se aos locais escolhidos para a realização dos cursos, leve com você a respectiva Requisição de Cursos de Formação de Condutores. 

INFORMAÇÕES SOBRE CUSTOS 

Valor total das Taxas do DETRAN:
Médico                        R$ 45,42
Psicólogo                    R$ 45,42
LADV                          R$ 22,69
Primeira habilitação      R$ 90,86
Total                               R$ 204,39


Amigo Usuário: Escolha o CFC de sua preferência e faça a sua inscrição após a aprovação nos exames psico-médicos.

Fonte: DETRAN/PE

Trincas e amassados nas rodas trazem risco ao motorista

Motoristas não sabem o risco que correm ao insistir em usar rodas amassadas ou trincadas. O perigo aumenta ao enviar essas rodas danificadas para a retífica, escondendo os problemas e não solucionando o defeito, pois o processo de recuperação deixa a roda bonita e limpa, como se fosse nova, mas muitas vezes maquia defeitos que podem provocar graves acidentes. Por isso, montadoras e fábricas de rodas recomendam sempre a troca em caso de rachaduras ou torturas.

Os buracos, tão encontrados nas ruas e estradas brasileiras, são os principais responsáveis pelos danos à roda. O impacto em um buraco pode causar os mais diversos tipos defeitos: trincas, amassados e até a quebra total.

Após ser afetada pela ruptura, a estrutura da roda não tem a mesma resistência e a qualidade do material não será a mesma. Os procedimentos mais comuns são os de soldas nas rupturas e a utilização de um torno mecânico para tirar o excesso da solda e em caso de amassados, aquecimento da área com um maçarico e um serviço com martelo, desamassando a área prejudicada.

O grande problema é que nem sempre isso acaba com o problema. Muitas empresas não têm os equipamentos corretos para identificar se o problema foi solucionado. Nem sempre desamassar ou soldar são os procedimentos corretos. É necessária uma profunda análise na roda inteira para verificar se não existem outras microfissuras que comprometem a estrutura.

Os riscos de utilizar uma roda reformada são os danos a outras partes de veículo (suspensão, freio) além do principal e mais perigoso, a quebra da roda em movimento! Mantenha em dia o alinhamento das rodas e aproveite para verificar se existe algum dano. Rachaduras ou torturas evitam que o pneu mantenha a calibragem correta.

Fonte: Terra.com.br

sábado, 20 de julho de 2013

Retrovisor auxilia motorista contra os pontos cegos

Presentes em todos os automóveis, os chamados pontos cegos dos retrovisores exigem atenção redobrada dos motoristas, principalmente nas ultrapassagens. Uma tecnologia implantada em carros da Volkswagen, o Side Assist, auxilia quem está dirigindo a evitar manobras arriscadas ao perceber a aproximação de outros veículos.

Todos os automóveis possuem pontos cegos e os riscos de acidentes variam de acordo com o número e o tamanho desses pontos. Parte dos acidentes envolvendo veículos, pedestres, motocicletas e bicicletas, além de objetos imóveis, ocorre porque, em determinado momento, um desses elementos se encontra na trajetória de um veículo, mas fora do alcance de visão do motorista. Localizam-se numa área de não-visibilidade, o popular ponto cego.

O Side Assist monitora os pontos cegos. Em velocidades superiores a 60km/h, sensores de radar monitoram as áreas laterais e traseiras do veículo. LEDs nos retrovisores externos avisam a aproximação de um veículo na traseira. O sistema leva em conta a velocidade dos dois veículos e apenas alerta o motorista para os que realmente podem representar um risco em caso de mudança de faixa. Se o condutor tentar mudar, o Side Assist começa a piscar para alertá-lo.

Por enquanto, este sistema é encontrado na linha Passat, Touareg e Tiguan. 

Regulagem espelhos
O motorista deve estar atento para a regulagem dos três retrovisores – os dois laterais e o interno – ainda o posicionamento correto do motorista no banco. Os espelhos laterais devem estar de forma que ao olhar através deles o motorista visualize apenas 10% da lateral do carro. O restante deve mostrar as faixas de rodagem em ambos os lados. No espelho interno o motorista precisa conseguir enxergar todo o vidro traseiro.

O ajuste certo do banco também influencia na qualidade da visibilidade do interior do carro. Segundo o analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), Bruno Honorato, o pé esquerdo do motorista precisa tocar no fundo da embreagem com a perna levemente flexionada. Quando encostado no banco, o motorista deve alcançar a direção com os dois punhos no alto e com os braços levemente flexionados . A regulagem do banco deve ser feita de acordo com a altura da pessoa para atender esses critérios.

Fonte: Terra.com.br

Saiba o que leva o carro a puxar para o lado

Problemas com os pneus, a falta de geometria e defeitos na suspensão podem levar o carro a puxar para um ou para os dois lados. Além de perigoso para a motorista, o descontrole da direção ainda provoca o desgaste de peças que ainda estão boas se uma manutenção não for feita rapidamente.

Se você perceber uma puxada na direção, o primeiro passo é identificar se isso ocorre em várias vias ou somente em um trecho específico. Pode haver algum caimento na pista. Caso as puxadas ocorram em qualquer estrada, foque primeiramente nos pneus. A calibragem deve estar correta conforme manda a montadora. Depois, faça uma checagem visual de desgaste irregular nos pneus dianteiros.

Em caso de não identificar nenhum problema aparente nos pneus, é preciso buscar ajuda de uma empresa especializada. “É preciso verificar o alinhamento (geometria). O carro precisa estar com as medidas recomendas pela montadora. Qualquer diferença no alinhamento pode fazer o veículo puxar para um ou para os dois lados”, explica Leandro Vanni, engenheiro de serviços da DPaschoal.

Defeitos em peças da suspensão ou do sistema de direção também podem provocar puxadas. “Folgas nos terminais de direção, nas bandejas ou pivôs estourados também são responsáveis por deixar o volante instável”, diz Leandro.

Seja qual for o problema, o motorista precisa acabar com as puxadas o mais rápido possível. É arriscado para a dirigibilidade e pode danificar peças que ainda estejam em boas condições, como os pneus.

Fonte: Terra.com.br

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Comissão aprova envio de multa de trânsito por e-mail

Proposta também exige que a notificação traga informações mais detalhadas para o motorista recorrer.


A Comissão de Viação e Transportes aprovou, no último dia 5 de junho, proposta que torna explícita a possibilidade de as notificações de multas de trânsito serem enviadas aos motoristas por e-mail. O projeto aprovado também determina que as notificações de infração deverão conter informações sobre como recorrer da multa.

O texto aprovado é um substitutivo ao Projeto de Lei 7538/10, do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), e outros apensados. O texto original previa apenas o envio da multa por e-mail. Hoje, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) estabelece que as penalidades serão comunicadas ao infrator por remessa postal ou qualquer outro meio tecnológico hábil.

“Será necessário apenas que o condutor do veículo informe o seu endereço eletrônico no órgão de fiscalização de trânsito. Acreditamos que o número de interessados será grande, facilitando que a medida seja implantada com eficiência”, argumentou o relator, deputado Milton Monti (PR-SP). 

Recurso
A exigência de informações mais detalhadas para o recurso contra a infração consta do Projeto de Lei 3669/12, do ex-deputado Giroto, que está apensado ao PL 7538/10. Pelas regras atuais, a notificação da multa conta obrigatoriamente com a data do término do prazo para apresentação de recurso pelo responsável pela infração. Se o substitutivo for aprovado, o motorista também deverá saber de imediato os locais de obtenção do formulário para recurso e onde os questionamentos deverão ser entregues. “Essas mudanças vão tornar mais ágil o encaminhamento do recurso”, disse Monti.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

5 motivos para você ler o manual do proprietário do carro

Você já leu o manual do seu veículo? Se respondeu não, fique tranquilo, você não é o único. Poucos têm o hábito de conferir as instruções passadas pelas montadoras, mas o manual é de extrema importância, principalmente nos veículos zero quilômetro.

Uma leitura com atenção vai evitar, por exemplo, que você perca a garantia contratual ou provoque danos ao veículo. Separamos cinco motivos para você tirar alguns minutos para estudas melhor seu automóvel. 

1 -  Revisão por km/tempo
Cada fabricante define a quilometragem ou o tempo que o veículo deve ser submetido a uma revisão dos componentes. Geralmente são a cada dez mil quilômetros ou a cada um ano. Essas revisões devem ser feitas na concessionária e devidamente carimbadas no manual do automóvel para que caso ocorra algum problema a garantia possa ser acionada e a falha corrigida sem nenhum custo adicional ao proprietário. Fique atento! 

2 -  Usar sempre marcas recomendadas no manual
No manual do seu veículo existem as marcas de peças recomendadas para reposição. Pneus, lubrificantes, óleos e palhetas dos limpadores são alguns exemplos de peças fabricadas por algumas marcas e são recomendadas pela montadora do seu veículo. 

3 -  Avisos do painel
É necessário que você saiba o significado e motivo pelos quais as luzes do painel podem acender. Luzes de Airbags, ABS, óleo e temperatura são alguns exemplos que podem acender ao identificar problema no sistema. 

4 -  Personalização
Gosto comum em quase todos os donos de carros, a personalização é extremamente prejudicial à garantia do veículo. Instalação de um sistema de som mais potente, a troca das lampadas do farol por lampadas de xenon e trabalho na suspensão para o carro andar em altura mais baixa são alguns exemplos que resultam na perda da garantia. Algumas montadoras não permitem a troca das rodas do veículo por outras, maiores. Antes de providenciar a troca, consulte o manual e veja o que a sua montadora recomenda. Evite esses tipos de personalização durante a garantia para não ter prejuízo. 

5 - Uso correto do todas funções do carro
Seu carro tem vários comandos e caso você não seja um expert no assunto, precisará ler o manual do veículo para entender a função de todos esses dispositivos. Desembaçador de vidro, recirculação de ar entre outras funções e explicações são encontradas no manual do veículo.

Fonte: Terra.com.br

terça-feira, 16 de julho de 2013

Veja 10 itens essenciais para checar antes de viajar

Em função das férias escolares, muitos pais aproveitam para dar uma descansada com os filhos em viagens de carro. Antes de fazer as malas, porém, é preciso ver se seu carro está em condições de encarar quilometragens maiores dos que você costuma rodar. Elaboramos um check list com dez passos essenciais para que você possa pôr pé na estrada com sua família em segurança. Veja: 

1 - Freios - Cheque o estado e validade das pastilhas e pinças. Se houver ruídos durante a frenagem, trepidação do pedal ou perda de eficiência, peça uma revisão mais detalhada do conjunto. Regule o freio de estacionamento. 

2 - Limpador de para-brisa – Verifique o estado das borrachas e regule o jato d’agua dos borrifadores . Em caso de ressecamento das palhetas, efetue a troca da peça por outra, recomendada pelo fabricante, como consta no manual. 

3 - Suspensão - Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais merecem inspeção para evitar que o carro saia do seu controle durante a viagem. 

4 - Pneus - Verifique o TWI, indicador de desgaste da banda de rodagem dos pneus. Ele mostra o quanto o pneu está gasto e se ele ainda cumpre com a sua função, tanto no piso seco quanto no molhado. Mantenha os pneus calibrados, incluindo o estepe. Faça o balanceamento e o alinhamento para evitar vibrações no volante e desequilíbrio direcional. Cheque também o macaco e o triângulo, pois em caso de furo no pneu, serão essenciais para a troca do mesmo. 

5 - Nível dos reservatórios – Cheque o óleo, água, fluído do freio, reservatório de combustível de partida a frio, óleo da direção hidráulica e água do limpador do para-brisa para evitar surpresas desagradáveis durante a viagem. 

6 - Sistema elétrico, faróis, lâmpadas e buzina – Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up  no motor de partida, no alternador. Não se esqueça das luzes de freio, direção(seta), faróis, ré e da placa traseira. A buzina também é importante na estrada. Verifique. 

7 - Combustível – Cuidado com o combustível. Abasteça sempre em postos de sua confiança para evitar transtornos mecânicos. Na estrada, tente ver se o estabelecimento é credenciado pela ANP. Se tiver dúvida, você pode pedir o teste do álcool e da gasolina. 

8 - Painel de instrumentos - Verifique o funcionamento das luzes de controle, reostato, tacômetro, relógio e conta-giros. 

9 - Bateria - Cheque o estado e carga da bateria. 

10 - Cintos de segurança - Principal peça para sua segurança! Veja se o mecanismo que prende o cinto está firme e verifique o estado geral do cinto.

Fonte: Terra.com.br

DETRAN-PE define datas para vistoria em Transporte Escolar

Com grande aceitação do público, o órgão repete a experiência de realizar vistorias exclusivamente aos sábados, garantindo assim maior agilidade para o serviço e maior conforto para os clientes

No próximo sábado (13), o DETRAN-PE dá início ao calendário de vistoria de transporte escolar. O trabalho consiste na verificação da documentação e dos itens de segurança de veículos que transportam alunos da rede escolar do Estado.

“Segurança no transporte escolar é essencial. É preciso que todas as empresas cooperem e participem. Para isso estamos disponibilizando vários dias de atendimento”, informa o supervisor substituto da Unidade de Tâxi e Coletivos (DUAT), Erilson Batista da Silva. A meta é atender de 800 a 850 veículos dos 1000 cadastrados, que trabalham diariamente com o transporte escolar.

Como aconteceu no primeiro semestre deste ano, a DUAT reservará cinco sábados, começando neste sábado (13), exclusivamente para vistoria dos escolares da RMR. Os motoristas também poderão ter seus veículos vistoriados nos dias 20 e 27 de julho e 3 e 10 de agosto. As vistorias ocorrerão na DUAT, que se localiza na Avenida Professor Joaquim Cavalcanti, n. 859, bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife.

O horário de atendimento será sempre das 8h às 14h. O objetivo é agilizar o serviço e garantir maior conforto para os usuários, considerando que a maior quantidade de veículos de transporte de escolares está localizada nas cidades da Região Metropolitana do Recife.

Já as vistorias no interior ocorrerão nas CIRETRANS de Afogados Ingazeira Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Carpina, Caruaru, Garanhuns. Goiana, Gravatá, Limoeiro. Ouricuri, Pesqueira, Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada, Timbaúba e Vitoria de Santo Antão, no horário de 8h às 13h, de segunda à sexta-feira no período de 15 julho a 9 de agosto.

Documentação exigida:  

- Requerimento padrão preenchido, datado e assinado pelo proprietário
- CRV original e cópia
- CRLV do exercício quitado original e cópia;
- Carteira de Identidade e CPF, originais e cópias;
- CNH (categoria D) original e cópia;
- Cópia do CGC com validade (pessoa jurídica);
- Para transporte escolar no Recife, Caruaru, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe e Petrolina, apresentar documentação que comprove regularidade junto à Prefeitura.
- Certificado de aprovação no curso de Formação de Condutor de Transporte Escolar ou a referida atualização, se não constar no registro da Habilitação. 

Requisitos para a aprovação veículos: 

- Registro como veículo de passageiros;
- Inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança;
- Pintura de faixa horizontal na cor amarela, com quarenta centímetros de largura, à meia altura, em toda a extensão das partes laterais e traseiras da carroceria, com dístico ESCOLAR em preto, sendo que, em caso de veículo de carroceria pintada na cor amarela, as cores aqui indicadas devem ser invertidas;
- Equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e de tempo;
- Lanterna de luz branca, fosca ou amarela disposta nas extremidades da parte superior dianteira e lanternas de luz vermelha disposta na extremidade superior da traseira;
- Cintos de segurança em número igual à lotação;
- Outros requisitos e equipamentos obrigatórios estabelecidos pelo CONTRAN.

Fonte: DETRAN/PE

PRF e ANTT lançam campanha contra o transporte clandestino

Foto: Divulgação
Viajar de ônibus pelo Brasil pode ser uma ótima alternativa, mas pegar transporte pirata na hora de fazer essa viagem é uma péssima opção. Infelizmente, é muito comum que isso ocorra quando as pessoas buscam apenas passagens mais baratas e não pensam ou não sabem dos riscos que estão correndo. O resultado disso é percebido nas estatísticas: nas estradas, a maioria dos acidentes envolve transporte clandestino, já que esse tipo de transporte não segue as regras de segurança cobradas pela ANTT e não passa pelas certificações programadas.

Para combater esse cenário e impedir que o pior aconteça a PRF e a ANTT têm feito intensas fiscalizações para identificar esses transportes e não permitir que eles continuem viagem.

Por isso, a ANTT, o Ministério das Cidades e o Ministério dos Transportes lançam uma campanha com o intuito de alertar sobre os riscos que o passageiro corre ao contratar um transporte pirata e de tentar inibir essa ação antes da compra. Queremos, com isso, que o passageiro se conscientize e se lembre dos riscos que corre, orientando-o a optar pela compra de passagens de transportadoras irregulares.

O Conceito escolhido para essa campanha é: “QUEM CONTRATA TRANSPORTE PIRATA PODE FICAR NO MEIO DO CAMINHO. NÃO EMBARQUE NESSA”, o que diretamente o risco ao contratar esse tipo de transporte.

Essa campanha faz parte do PARADA, Pacto Nacional Pela Redução de Acidentes, e mostra o papel do passageiro na hora de ter consciência nas estradas, pois ele também tem um papel fundamental na segurança no trânsito.

Comissão exige passagem para pedestres em rodovias

A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou na quarta-feira (10) proposta que torna obrigatória a construção de passagem subterrânea, passarela ou instalação de semáforo nos cruzamentos de rodovias com vias urbanas. A exigência vale também para trechos em que a via cruze unidades de conservação.

A comissão acolheu substitutivo da relatora, deputada Rosane Ferreira (PV-PR), ao Projeto de Lei 4812/12, do deputado Fernando Jordão (PMDB-RJ). O texto original determina a construção obrigatória de passagens subterrâneas tanto nos cruzamentos urbanos quanto em reservas ecológicas. 

Solução
Rosane Ferreira argumenta que essa solução pode não ser conveniente ou adequada a todos os casos. “Para a passagem de animais em unidades de conservação, certamente seria a forma mais indicada; nas cidades, no entanto, há a alternativa do uso de semáforos ou de passarelas suspensas”, defende.

Em áreas urbanas, os acessos subterrâneos, além dos cuidados de engenharia para construção, têm outros inconvenientes, diz a relatora. “É necessária iluminação para o período noturno, além de serviço de limpeza pública e de vigilância policial, para garantir a segurança dos transeuntes e evitar ações da marginalidade”, ressalta. 

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Motorista deve evitar girar direção até o fim; entenda

Talvez você não conheça pelo nome, mas certamente sabe o que é “esterçar”. O termo aparece em alguns manuais do proprietário relacionado à direção hidráulica. É quando o motorista gira a direção para um lado ou para outro até o fim. A prática pode trazer danos à bomba da direção hidráulica.

“Não é aconselhável ir até o fim de curso que força a bomba da direção hidráulica, nem em manobras nem manter o carro nessa posição estacionado”, diz Antônio Gaspar de Oliveira, diretor do Sindirepa-SP, o Sindicato dos Mecânicos de São Paulo.

Esterçar a direção até o fim não trará problemas num primeiro momento. Mas a prática repetida várias vezes força a bomba que toca o óleo do sistema hidráulico e pode danificar o conjunto, deixando o volante pesado.

Se for necessário levar a direção até o fim para estacionar, por exemplo, o aconselhado é fazer a manobra em baixíssima velocidade.

Como o nome sugere, a direção hidráulica funciona graças a um sistema de lubrificação a óleo. Por isso, o motorista precisa estar atento ao nível. Os carros têm um reservatório junto ao motor, que pode ser em uma vareta presa à tampa ou marcações no próprio recipiente. O lubrificante deve estar entre o máximo e mínimo. Se estiver com mais ou menos, o volante ficará pesado.

Se o nível estiver baixo, é preciso completar com o mesmo fluido recomendado pela montadora e observar se não há vazamentos no sistema. O óleo pode vazar por vedações no próprio reservatório, na caixa de direção ou na bomba.

O óleo da direção também precisa ser trocado. Varia de montadora para montadora, mas em geral é recomendada a substituição a partir dos 50 mil quilômetros.

Fonte: Terra.com.br

Palhetas duplas podem forçar braços dos limpadores

Encontrado facilmente em lojas de produtos automotivos, o limpador de para-brisa duplo não é recomendado pelas montadoras de veículo. Além da falsa sensação de limpar melhor o vidro, ele pode prejudicar todo o sistema.

Com o dobro de borracha em contato com a área envidraçada, este tipo de palheta sobrecarrega todo o sistema, podendo causar sérios problemas, como explica Daniel Lovizaro, chefe de assistência técnica da Divisão Automotiva da Bosch. “Ao contrário do que dizem, as palhetas duplas não limpam melhor o vidro. Com o dobro da borracha, aumenta-se a área de contato com o vidro, sobrecarregando os braços e o motor dos limpadores, podendo causar, assim, a troca inteira do conjunto.”

Daniel lembra que o motorista só deve usar no automóvel peças de qualidade, com o comprimento indicado no manual do proprietário. “Use sempre uma palheta de qualidade, de acordo com a recomendada pelo fabricante do automóvel, seguindo suas especificações de tamanho e modelo que ela fará a mesma limpeza do que a palheta dupla, sem comprometer o sistema”, concluiu.

É recomendado trocar a palheta do limpador de para-brisa uma vez por ano. O motorista não deve usar produtos químicos para limpar o vidro porque eles danificam a borracha do limpador. Além de comprometerem a visibilidade do motorista, palhetas estragas geralmente arranham o para-brisa.

Fonte: Terra.com.br

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Protesto de mototaxistas fecha trânsito no centro de Caruaru

Foto: Blog do Mário Flávio
Mototaxistas de Caruaru realizaram nesta quinta-feira, 12, em uma série de protestos pela cidade. A primeira manifestação ocorreu por volta das 8h, na Rua Cleto Campelo, em frente à Fundação de Cultura do município. Diversos trabalhadores chegaram a queimar pneus e fecharam o trânsito por cerca de 30 minutos.

No final da manhã, o grupo seguiu em buzinaço até a Câmara de Vereadores e voltou a interromper o fluxo de veículos. A Destra e a Polícia Militar foram chamadas para controlar a situação.

De acordo com o sindicato da categoria, os profissionais vêm pagando inúmeras taxas para continuarem trabalhando de forma regular, enquanto que há diversos mototaxistas clandestinos rodando livremente pela cidade.

Os mototaxistas denunciam ainda um preço abusivo pago pelo alvará, que custa atualmente R$ 300 e a falta de subsídio para o pagamento do IPVA.

Em nota, a Destra informou que vem realizando fiscalizações constantes e que sete motos foram apreendidas na última semana por rodarem de forma irregular. A Secretaria da Fazenda Municipal afirmou ainda que as isenções ou reduções da carga tributária do IPVA são objeto de normas expedidas pelo Governo do Estado. Sobre o alvará, o Executivo esclareceu que a taxa pode ser paga em duas parcelas anuais e que o valor cobrado é o menor possível de acordo com Código de Trânsito.

iCarros - Calibre corretamente os pneus do seu carro

Serviço que parece simples exige alguns cuidados na hora de ser feito.

Tampa do radiador deve ser trocada para evitar vazamentos

Se seu carro está baixando água do radiador mais você não enxerga nenhum vazamento, é bom olhar a tampa reservatório. A peça é responsável pelo vedamento e pressão do sistema de arrefecimento. Se estiver com defeito, pode deixar o veículo sem água e provocar o superaquecimento.

Nos carros novos, a tampa do radiador não fica mais no próprio radiador. Ela está no reservatório plástico bem visível aos motoristas. A tampa tem um sistema de válvulas calibradas para suportarem a pressão da água quente. Se ela está defeituosa, porém, a água do reservatório começa a ser liberada em forma de vapor, deixando o nível abaixo do recomendado para resfriamento do motor. Se não for trocada, resultará na inoperância dessas válvulas, o que levará a vazamentos e aumento da temperatura, informa a TanClick, empresa que produz tampas e fornece às montadoras. É importante lembrar que o superaquecimento pode até fundir o motor se o motorista não parar o veículo.

As montadoras recomendam a troca de peça geralmente a cada 30 mil quilômetros. Ela é barata e rápida de ser trocada, mas precisa ser substituída por uma exatamente igual ao modelo original do carro para evitar vazamentos. Além de manter a pressão e o nível de água adequados, a tampa serve para vedar o sistema de arrefecimento e evitar a entrada de impurezas que podem comprometer as peças.

Nos carros mais antigos a tampa era de metal. Agora, praticamente todas são de plástico apropriado para altas temperaturas.

E não esqueça, em caso de superaquecimento, não abra a tampa do reservatório imediatamente. Você pode se queimar. O ideal é abrir a tampa somente após 10 minutos do motor desligado.

Fonte: Terra.com.br

Fluído errado nos limpadores pode danificar palheta

Não é recomendável colocar no recipiente do limpador de para-brisa qualquer líquido com sabão. Além de danificar componentes, o uso incorreto desses produtos pode trazer outros problemas.

Chefe de assistência técnica de autopeças para o mercado brasileiro da Bosch, Daniel Lovizaro, esclarece que no recipiente do limpador só devem ser usados água e/ou produtos especialmente fabricados para este fim, vendidos em casas especializadas em produtos automotivos.

Daniel alerta que o uso produtos de limpeza caseiros, como sabonete líquido, detergente ou sabão em pó são prejudiciais ao carro. “O uso de produtos ou misturas caseiras, além de acelerar o processo de desgaste da palheta, causam também o ressecamento dos tubos de borracha que levam a mistura até o borrifador, fazendo com que o proprietário do veículo tenha de executar a troca da tubulação”, disse.

É mais grave ainda usar de produtos químicos. “Além de causar todos os efeitos citados anteriormente, com mais intensidade, produtos químicos como querosene e gasolina causam contaminação do reservatório e em alguns casos, problemas na pintura” explicou Daniel.

O recomendado é trocar as palhetas do limpador de para-brisa uma vez por ano. Mas, caso o uso seja mais frequente, a borracha pode se deteriorar mais rapidamente e a substituição precisa ser antecipada. Para saber quando se precisa fazer a mudança, é preciso observar se a qualidade cai.

O desgaste pode afetar a segurança de quem está no veículo. Uma palheta desgastada pode fazer com que o sistema do braço do motor elétrico responsável pelo movimento de vai e vem do limpador tenha um esforço maior, o que gera uma sobrecarga que pode até causar a paralisação do equipamento.

Fonte: Terra.com.br

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Beber e dirigir só é crime se há perda de reflexos, decide Justiça

Tribunal do Rio Grande do Sul livrou motociclista de prisão por não haver prova de 'capacidade psicomotora alterada'.

Porto Alegre - O motorista que bebeu álcool só comete crime de trânsito se há provas de que seus reflexos foram alterados, segundo decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). O julgamento é resultado de uma discussão jurídica que começou em dezembro do ano passado, quando a nova lei seca passou a permitir o flagrante de condutores embriagados por meios diferentes do bafômetro, como imagens e testemunhas.

A decisão fez uma interpretação ao pé da letra da nova lei, que diz que o crime, com pena de detenção de 6 meses a 3 anos, ocorre quando alguém dirige um veículo "com capacidade psicomotora alterada" por causa de álcool ou outra droga. Ou seja, para a Justiça gaúcha, não importa a quantidade de álcool, se a condução for normal.

O caso avaliado é o de um motoqueiro que foi pego no bafômetro com 0,47 miligramas de álcool por litro de ar expelido. Como a polícia não fez nenhum exame clínico, os desembargadores o livraram de uma condenação de 6 meses de reclusão, decretada na primeira instância. Além disso, trata-se de um caso de 2011, antes da nova lei. Pelo princípio de que vale sempre a regra favorável ao réu, o precedente pode beneficiar acusados de qualquer época.

Para o relator, o desembargador Nereu José Giacomolli, "não mais basta a realização do exame do bafômetro"; é preciso também constatar se houve perda de capacidade psicomotora, com exame clínicos ou perícias.

O professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Leonardo do Bem, discorda. "A intenção do legislador foi permitir a averiguação da alcoolemia por qualquer meio de prova permitido."

"As discussões nos tribunais estão indo para um lado da não proteção da vida", afirma o médico Flávio Emir Adura, diretor científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

Apesar da divergência na área criminal, as autoridades de trânsito podem aplicar multa de ao menos R$ 1.915 e cassar a carteira do motorista que tenha 0,1 miligrama de álcool no ar expelido.

Fonte: D24am.com

DETRAN consolida oferta de cursos gratuitos para motociclistas

O curso traz informações teóricas e práticas, voltadas para minimização de acidentes


O curso de Pilotagem Defensiva, oferecido pela Escola Pública de Trânsito (EPT) do DETRAN-PE, está com inscrições abertas para sua terceira turma em Garanhuns, Agreste do Estado.  O objetivo é contribuir para o aperfeiçoamento de motociclistas, levando ao interior de Pernambuco os  cursos já oferecidos gratuitamente pela sede do DETRAN, em Recife.

Os interessados podem concorrer a uma das 35 vagas e têm até o dia 02 de agosto para inscrever-se, unicamente, via formulário online,  no endereço eletrônico: http://goo.gl/g8oFS. O candidato(a) também deve ser habilitado(a) na categoria ‘A’ e não possuir restrições no prontuário da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), como, por exemplo, estar com o documento vencido há mais de trinta dias, cassado ou suspenso.

As aulas acontecem nos dias 03 e 04 de agosto, das 8h30 às 17h30. A parte teórica é ministrada no Centro de Formação de Condutores (CFC) Driver, localizado na Rua Agamenon Magalhães, 237, bairro Heliópolis e parte prática ocorre no pátio do núcleo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ambas em Garanhuns. Um dos destaque são as lições teóricas e práticas sobre minimização de acidentes  com motos. Outros conteúdos vistos em sala são: legislação de trânsito, noções de cidadania e contextualização dos acidentes de trânsito em diferentes cenários.

“Tendo em vista o grande crescimento da frota de motocicletas em Pernambuco, o DETRAN está investindo para que os motociclistas aprimorem seus conhecimentos e assim possam contribuir para um trânsito seguro”, explica a coordenadora da EPT, Joelma Santos. Na parte prática, os alunos recebem dicas para dirigir em condições adversas e sobre como manter a moto em dia, economizando combustível.

Fonte: DETRAN/PE

Uso da cadeirinha diminui o risco de vítimas de trânsito


O trânsito ainda é uma das principais causas de acidentes envolvendo crianças. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2009, 792 crianças de até 9 anos de idade foram atendidas pelos serviços de emergências vítimas de acidentes de trânsito no Brasil. Em 2008, foram registradas 1.006 mortes na mesma faixa etária. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso de cadeirinhas diminui em até 70% o número de vítimas em acidentes de trânsito. No último dia 1° de setembro, a obrigatoriedade da cadeirinha para o transporte de crianças de até sete anos e meio completou um ano.

De acordo com a Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), os recém-nascidos de até um ano de idade devem ser transportados no bebê-conforto, de um a quatro anos, em cadeirinhas, de quatro a sete anos e meio, em assentos de elevação (booster). O uso somente do cinto de segurança (sem outros equipamentos) está liberado a partir dos 7 anos e meio. A criança deve ter, no mínimo, 1,45 m de altura. Até os 10 anos, as crianças devem ir sempre no banco de trás.

Para a coordenadora nacional da Ong Criança Segura, Alessandra Françóia, é necessária uma mudança de comportamento. “Deve existir interesse público e político para esta redução de mortes. Todos sabem que é obrigatório, mas ainda há uma resistência.”

A multa por descumprimento é R$ 191,54, e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As vans e peruas escolares estão dispensadas da lei. “Essa é a única forma segura de transportar a criança dentro do veículo. Em qualquer situação, a criança deve utilizar a cadeirinha de segurança adequada para o seu tamanho, seja no transporte escolar ou táxi”, completa Françóia.

Saiba como evitar que seu carro tenha problemas no motor

O empresário Felipe Augusto já teve muita dor de cabeça com seu antigo carro. Por trabalhar viajando com outro veículo, Felipe só rodava com seu Chevrolet Celta 2003 nos finais de semana. Até que em um de seus passeios pela cidade em que mora, Vitória de Santo Antão, o automóvel parou e começou a fumaçar. Indo até a oficina, o empresário descobriu que o problema era a bomba d’água. Mas era tarde, o motor já tinha batido.

Felipe conta que muitas pessoas da família utilizavam o carro durante a semana, mas ninguém se preocupava com a manutenção do possante. “Consertei, mas o motor ainda bateu outras duas vezes. Numa delas, meu tio estava com o carro em Abreu e Lima. O jeito foi passar o veículo à frente”, fala.

De acordo com os especialistas, a falta de manutenção é mesmo o principal motivo que leva o motor a bater. Entenda agora como a falta de zelo pode danificar seu veículo e o que pode ser feito para evitar prejuízos. 

Como identificar que o motor está com problemas 

De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Laurênio Accioly, o motor bate quando algumas peças no interior dele começam a fazer mais esforço do que o normal. “Esse aumento de esforço acontece porque essas peças começam a travar, seja por conta de folgas excessivas ou por uma deficiência na lubrificação do motor”, explica. 

O problema das folgas 

O motor de qualquer veículo sai de fábrica com folgas padrões de centésimos de milímetros entre suas peças. Quem explica é a engenheira mecânica e diretora da Retífica Padrão, oficina especializada no conserto de motores, Eliana Navarro. Ela diz que, quando o ar que entra no motor vem com pequenos grãos de areia, essas partículas podem se alojar nessas folgas e dar início a um processo de desgaste de peças. “Os grãos funcionam como uma lixa que vai sendo atritada contra os itens motor. O resultado é a quebra dessas peças”, destaca a engenheira. Para evitar o problema, Eliana aconselha a troca do filtro de ar assim que o item indicar desgaste. “Quando ele está muito amarelado, é hora de trocar, pois partículas de poeira já podem estar passando para o motor. Não custa mais que R$ 20”. 

Lubrificação necessária 

Como toda máquina, as partes do motor precisam estar bem lubrificadas para que o funcionamento seja o melhor possível. Quando algo impede que o óleo chegue a todas as partes da máquina, problemas começam a acontecer. O professor Laurênio Accioly esclarece que, com o tempo de uso, o próprio óleo do motor começa a produzir uma borra que pode entupir as vias pelas quais o óleo deve correr. “Se não estiver lubrificado, o motor passa a trabalhar com mais atrito e o travamento das peças pode acontecer”, frisa Laurênio.

Ainda segundo o professor, trocar o filtro de óleo a cada 7.500 quilômetros é a melhor maneira de evitar que o motor bata por falta de lubrificação. O preço do filtro de óleo gira em torno de R$ 20. “É importante ainda observar a qualidade do óleo. Na oficina, o motorista pode pedir os de base semi-sintética, que custam em torno de R$ 20 o litro”. 

Calor excessivo 

Outra razão que pode levar o motor a bater é o excesso de calor. “Como estão quentes, as peças do motor aumentam de tamanho e podem travar”, diz o professor Laurênio. Prestar atenção a algum tipo de vazamento de água e sempre manter o radiador abastecido são os caminhos para evitar que o motor bata por conta do calor. 

O motor já bateu 

A solução agora é levar o carro à uma retífica de motores e reparar o estrago. Eliana Navarro, da Retífica Padrão, diz que o valor do conserto irá depender do problema do motor. “Uma retífica completa de um carro popular, por exemplo, fica por algo em torno de R$ 3.500”, afirma. Jorge Nascimento, diretor da Retífica Recife, também diz que o valor pelo serviço na loja é próximo dos R$ 3.500. “O carro fica pronto dentro de quatro ou cinco dias”, aponta Jorge.