sábado, 30 de junho de 2012

Sai resultado de CNH popular para alunos do ENEM


A relação dos primeiros candidatos selecionados para participar do Programa CNH Popular através das notas obtidas pelo ENEM já está disponível no site do DETRAN-PE (clique aqui). Os alunos devem comparecer à sede do Órgão, das 8h às 16h, para os que residem na Região Metropolitana do Recife, ou à CIRETRAN Especial mais próxima de sua residência, das 8h às 13h. O serviço é gratuito e inclui todas as etapas: exames médico e psicológico, aulas e exames práticos e teóricos e o documento de habilitação.

Para validar o processo, os alunos beneficiários da CNH Popular devem comparecer aos pontos de atendimento do Detran munidos de documento de identidade, CPF e comprovante de residência (originais e cópias) para comprovação dos dados cadastrais e abertura do serviço. Para este grupo, não será necessária comprovação de renda familiar ou número de dependentes.

Ainda há 1.500 vagas - Foram reservadas mais de duas mil vagas para CNH Popular para os estudantes com as três melhores notas de cada escola da rede pública no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado e, até agora, 454 solicitações realizadas atenderam aos requisitos para participar do programa. Os alunos da rede pública que concluíram os estudos em 2011 que quiserem concorrer a uma das vagas poderão fazê-lo até o dia 31 de agosto pela Internet. Para isso, os concorrentes deverão digitalizar e enviar documento de identidade (frente e verso), CPF, comprovante de residência e o comprovante com a nota ENEM para o e-mail cnhpopular@gmail.com.

Fonte: DETRAN/PE

5º Desafio de Trânsito

Depois de 6 meses chega ao fim o 5º Desafio de Trânsito do nosso blog. Confira abaixo a classificação final:

César (Arapiraca-AL) 33 pontos
Denizar (Caruaru-PE) 30 pontos
Gutemberg (Caruaru-PE) 29 pontos
Rômulo (Camaragibe-PE) 29 pontos
Winston (Caruaru-PE) 28 pontos
Sandro Tenorio (Cidade-PE) 24 pontos
Salatiel Ramos (Caruaru-PE) 23 pontos
Joathan (Caruaru-PE) 22 pontos
Lisley (Caruaru-PE) 22 pontos
10ºWander Marinho (Jaboatão dos Guararapes-PE) 18 pontos

Agradeço a todos que participaram e ao mesmo tempo faço o convite para o novo desafio que já está disponível. Boa sorte! 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Aprenda a ler o pneu do carro

Inscrições laterais nos pneus trazem informações técnicas importantes


Talvez você nunca tenha percebido esse conjunto de letras e números que vêm inscritos nas laterais dos borrachudos. Apesar de pouco notados, esses caracteres são códigos que podem transmitir informações técnicas sobre o pneu, como: data de fabricação, dimensões, material utilizado na fabricação, capacidade de carga e velocidade suportada. Veja como decifrar esses códigos do pneu.


Vamos tomar os caracteres 175/70 R13 DOT 3211 84T, de um item imaginário, como exemplo. De acordo com o diretor da loja especializada em pneus Automax, Clemente Neres, os primeiros três algarismos da sequência (175) indicam a largura do pneu em milímetros. “O número 70 indica quantos por cento da largura correspondem à altura em milímetros do pneu. Nesse carro, a sua altura corresponde a 70% dos 175 milímetros de largura”, explica.
O diretor também fala que o R seguinte indica que o pneu tem uma construção radial, ou seja, ele possui uma cintura de aço colocada ao lado da linha central da banda de rodagem. O 13 significa o diâmetro do aro, em polegadas. “Já a inscrição DOT 3211 significa a data de fabricação. Os dois primeiros números indicam a semana do ano em que foi fabricado e os dois últimos números mostram o ano. No caso, o pneu citado foi fabricado na 32ª semana do ano de 2011 e, como a maioria dos itens de borracha, deve ter validade de cinco anos”.
Os dois últimos números são referentes à capacidade de carga. Quem dá a dica é o gerente geral da loja Auto Pneus, Joca Falcão. “Mas não significa que ele só suporte 84 quilos. Para saber qual peso pode ser levado, é preciso consultar uma tabela universal que pode ser encontrada na internet e, assim, saber quantos quilos correspondem ao número 84. Nesse caso, cerca de 500kg por pneu ”, aponta Joca. “A última letra diz respeito à velocidade máxima que a borracha aguenta. Também é preciso consultar uma tabela. O T indica 190km/h. O H, 210km/h e o V, 240km/h. Mas também existem outras letras”.
Para o gerente, o motorista que sabe o que os caracteres que indicam capacidade de carga e velocidade máxima no pneu querem dizer corre menos risco de sofrer acidentes por conta da negligência de oficinas. “Na hora de trocar o pneu, o novo item deve suportar a carga e a velocidade máxima indicadas pelo fabricante. Se a oficina não colocar o pneu certo, ele pode não aguentar quando for muito exigido. O condutor ligado, não deixará isso acontecer”, destaca.

Saiba mais

Decifrando o pneu


175/70 R13 DOT 3211 84T (caracteres de um pneu imaginário)

175 - largura em milímetros.
70 - porcentagem da largura do pneu que corresponde ao valor em milímetros da altura do item.
R - construção radial. Uma cintura de aço foi colocada ao lado da linha central da banda de rodagem.
13 - Diâmetro do aro do pneu em polegadas.
DOT 3211 - data de fabricação. Dois primeiros números são a semana. Os dois último, o ano. Nesse caso, 32ª semana de 2011.
84 - capacidade de carga. Consulta em tabela universal é necessária. Nesse caso, cerca de 500kg por pneu. Duas toneladas ao total.
T - velocidade máxima suportada. Consulta em tabela universal é necessária. Nesse caso, cerca de 190 km/h.

Fontes: Clemente Neres (Automax) e Joca Falcão (Auto Pneus).

MATÉRIA PUBLICADA PELO SITE VRUM

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Detran orienta motoboys sobre novas regras da atividade

O Detran de São Paulo começou nesta segunda-feira campanha para alertar os motofretistas, também conhecidos como motoboys, e os condutores que desejam ingressar na profissão, sobre as novas exigências que visam a qualificação e a segurança do profissional.

A ação tem como objetivo divulgar as novas exigências para o exercício da profissão, que constam na resolução 350/2010 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que passa a vigorar em todo o País no próximo dia 4 de agosto. O início da campanha começou por volta das 9h, no bolsão de estacionamento para motociclistas da Praça da República, na região central da capital.

Segundo o Detran, serão distribuídas cerca de 100 mil cartilhas em 100 bolsões de estacionamento para motociclistas de São Paulo. Serão feitas também blitze informativas sobre os novos itens obrigatórios de segurança previstos na legislação federal, como coletes e capacetes com dispositivos retrorrefletivos, proteção para motor e pernas, além de aparador de linha, também conhecido como antena corta-pipa, entre outros.

A cartilha, de acordo com o Detran, funciona como um guia prático, explicando os pré-requisitos do condutor, do veículo e as leis que regulamentam a profissão. Também conta com orientações sobre o curso especializado para motofrete, dicas para uma pilotagem segura.

Os motofretistas têm até o próximo dia 4 de agosto para atender às novas exigências de segurança. O condutor que não cumprir as novas regras estará sujeito às penalidades e às medidas administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que pode chegar a multa no valor de R$ 191,54, apreensão da motocicleta e até mesmo a suspensão da carteira de habilitação (CNH), dependendo da infração cometida.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Projeto autoriza uso de biodiesel puro como combustível automotivo

Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 3029/11 permite o uso de biodiesel puro como combustível automotivo em veículos de passeio e de carga de pequeno porte (aqueles de até três toneladas). Segundo a proposta, de autoria do deputado licenciado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), caberá ao Executivo baixar as normas necessárias à sua regulamentação.

Ribeiro argumenta que, “em um momento em que todo o mundo discute alternativas para conter a emissão dos gases de efeito estufa, cabe ao Brasil, uma vez mais, oferecer sua contribuição para a solução do problema”. Proposta semelhante foi apresentada pelo ex-deputado Wilson Picler (PDT-PR) e arquivada ao final da legislatura passada.

Pioneirismo
Ele cita o pioneirismo do Brasil no uso em larga escala de combustível automotivo proveniente de fonte renovável – o álcool etílico. E sustenta que o Brasil pode agora dar outro grande exemplo de cuidado com a preservação ambiental, autorizando o uso, também em larga escala, de veículos movidos exclusivamente a biodiesel.

A vantagem, observa Aguinaldo Ribeiro, será uma considerável redução, de até 80%, na emissão de gás carbônico e poluentes particulados em relação aos veículos movidos exclusivamente a óleo diesel.

Além disso, o deputado salienta o impulso que a medida significaria para a produção de enorme variedade de vegetais usados como matéria-prima para o biodiesel, contribuindo para a fixação do homem ao campo e a geração de empregos e renda.

Tramitação
O projeto terá análise conclusiva das comissões de Minas e Energia; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


10 multas de trânsito improváveis, mas que existem e custam caro

As regras de trânsito são claras, porém, com o tempo, os motoristas acabam ignorando algumas dessas exigências.

Atitudes tão comuns de se ver no trânsito, como dirigir com o braço pra fora da janela ou condutores que dirigem devagar demais são infrações que podem custar caro ao motorista.

Sim, elas existem
Algumas infrações de trânsito já fazem parte do dia-a-dia dos motoristas que muitos desconhecem que tais aitudes podem ser consideradas ilegais e passíveis de multa. Veja quais são:

1. Nada de banho: uma cena muito comum nos dias de chuvas é a formação de imensas poças d’água nas vias, e ainda mais comum é ver os motoristas apressadinhos passando por essas poças e arremessando água para todos os lados. Por mais comum que pareça, essa atitude pode descontar 4 pontos na CNH, além de multa de R$ 85,13;

2. Cinzeiro: para os fumantes de plantão, nada de jogar a bituca pela janela. Se um agente de trânsito ver essa atitude, ela pode render uma multa leve, que custa R$ 53,20. O mesmo vale para quem jogar algum tipo de líquido pela janela;

3. Nada de show: usar o veículo em locais públicos para tentar dar um show de manobras radicais no trânsito está sujeito a multa de 7 pontos, considerada gravíssima, além de pagar R$ 191,54 e ter a habilitação e o veículo retido;

4. Sem seguir o doente: nos dias de trânsito mais intenso, é comum ver alguns motoristas espertinhos tentando seguir as ambulâncias para saírem do congestionamento. Mas estão errados, se pensam que tirar vantagem da urgência da ambulância não é uma infração, pelo contrário, essa atitude é considerada grave, ou seja, o motorista ganha 5 pontos na habilitação, além de multa de R$ 127,69. Além das ambulâncias, a regra vale também para viaturas de polícia, carros de bombeiros e da CET.

5. Pela chuva: mesmo que o motorista tenha a capacidade de dirigir na chuva sem o uso do limpador de para-brisa, o Contran julga a prática grave e por isso, o motorista que for pego dirigindo na chuva sem utilizar o limpador, ganhará cinco pontos na habilitação e terá de pagar uma multa de R$ 127,69.

6. Sem lerdeza: dirigir acima da velocidade indicada para a via todo mundo sabe que pode ser multado, mas poucos sabem que trafegar abaixo do limite permitido para a via também é considerado infração, neste caso, média e custa R$ 83,13. Só é permitido conduzir um veículo abaixo do limite quando as condições climáticas ou de trânsito impusem isso.

7. Esqueça o bronzeado: é comum, principalmente nos dias mais quentes, ver motoristas dirigindo com o braço esquerdo pra fora da janela. Por ser uma situação que pode causar graves acidentes, colocando em risco, inclusive a integridade física do condutor, dirigir com o braço pra fora pode custar R$ 85,13, além de 4 pontos na habilitação.

8. De olho na reserva: mesmo que por pura desatenção, deixar de abastecer o veículo pode custar bem caro. Caso o carro pare na rua por falta de combustível, conhecida como pane seca, além da infração leve ir para a habilitação, o motorista terá que pagar multa de R$ 85,13.

9. Seta foi feita para usar: mesmo que todos os motoristas saibam para que servem as setas, alguns motoristas acabam esquecendo de usá-las. Para esses condutores esquecidinhos, não usar a seta pode custar R$ 127,69 e cinco pontos na carteira de habilitação.

10. Sem bate-papo: alguém já deve ter notado que alguns motoristas tem o costume de dirigir em fila dupla para conversar com o motorista do carro vizinho. O problema dessa inocente conversa é que se trata de uma infração leve com multa de R$ 53,20.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Exigência de firma reconhecida para transferir ponto na CNH é descartada

Na mesma resolução que regulamentou que multas para infração leve ou média poderão ser trocadas por advertência por escrito, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou que as regras para transferência de pontos na carteira de habilitação permanecerão as mesmas vigentes atualmente. 

Essa resolução 404, publicada na última terça-feira (12), derruba a determinação da resolução 363 de que, a partir de julho próximo, seria necessário que o proprietário do veículo reconhecesse firma em cartório para solicitar a transferência de pontos.

Segue valendo a regra de que, quando o dono do veículo recebe o aviso de uma infração que ele não tenha cometido, ele poderá repassar a pontuação para o verdadeiro autor da infração, preenchendo e assinando um formulário que aparece no aviso de multa. Esse formulário também precisa conter também a assinatura do condutor infrator. O documento deve ser enviado via correio -ou entregue diretamente- ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) ou ao Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV), junto com uma cópia da CNH do infrator. O prazo é de 15 dias a partir do recebimento da notifcação da autuação.

Fraudes na CNH
A intenção do aumento do rigor na transferência de pontos era coibir fraudes. A decisão de derrubar a nova exigência se deu pelo fato de que o Contran pretende aumentar a fiscalização sobre o histórico dos condutores por meio da integração dos sistemas do Departamento de Trânsito (Detran) dos estados e o Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf), onde são computadas as infrações cometidas fora do estado onde o veículo foi emplacado.

“Atualmente, como não há uma integração dos dados, pode ser que uma autoridade de trânsito tenha que consultar o registro nacional e os 27 Detrans para saber o histórico completo de infrações de um condutor”, diz Jerry Adriani Dias Rodrigues, chefe de divisão de multas e penalidades do Departamento de Polícia Rodoviária Federal e conselheiro do Contran. Segundo Rodrigues, a partir de janeiro de 2013 o sistema integrado deverá estar funcionando para ser acessado por qualquer órgão de trânsito. Ele também será usado para verificar se um motorista se aplica à regra que permite trocar a multa por advertência por escrito.

“No caso de uma possível fraude [na transferência de pontos], podermos verficar, por exemplo, que um mesmo condutor que teria tomado uma multa em São Paulo foi apontado como infrator no Ceará no mesmo dia, com 1 hora de diferença”, explica o conselheiro. “Retiramos a exigência [de reconhecimento de firma], mas o controle será muito rigoroso.”

Contran libera advertência, em vez de multa, para infrações leves e médias

As infrações de trânsito leves e médias poderão ser convertidas em advertência por escrito e não render mais multa nem pontos no prontuário do motorista. Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicada na semana passada regulamentou o artigo 267 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que instituía a Penalidade de Advertência por Escrito, mas que não era aplicada.

A Resolução 404 foi publicada na última quinta-feira e está programada para valer a partir de 1.º de janeiro do ano que vem. Ela complementa outra resolução, a 363, de 2010, que já estabelece padrão para envio de multas e prazo para recurso. Os motoristas beneficiados pela mudança são aqueles sem antecedentes, ou seja, que não foram flagrados cometendo a mesma infração de trânsito nos últimos 12 meses.

A advertência por escrito era prevista desde 1998, quando o CTB foi reformulado, mas a falta de regras nacionais para aplicação da norma impedia que ela fosse cumprida. Na internet, correntes de e-mail já falavam, incorretamente, que as multas poderiam ser convertidas em advertência. A própria Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mantém em seu site, na página sobre orientações sobre procedimentos após uma multa, um texto alertando que a regra não está em vigor.

Excesso de velocidade (em até 20% acima do limite da via), desrespeito ao rodízio e estacionamento irregular respondem por mais da metade das multas da capital paulista. E são infrações leves e médias. A Prefeitura de São Paulo estima arrecadar R$ 800 milhões neste ano com multas. Mas não há dados que mostrem quantas dessas multas são aplicadas contra motoristas “primários”, sem infração anterior.

Na prática, a norma dá ao motorista o direito de pedir que sua multa seja convertida em advertência no momento em que receber a notificação da infração de trânsito. Isso poderá ser feito em até 15 dias depois do recebimento da multa.

Fiscalização
O Contran também permite que a própria autoridade de trânsito – a CET, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) ou a Polícia Militar, a serviço do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) – emita a advertência no lugar da multa. “Caso a autoridade de trânsito não entenda como medida mais educativa a aplicação da Penalidade de Advertência por Escrito, aplicará a Penalidade de Multa”, diz o parágrafo 8 do artigo 9.º da resolução.

A Prefeitura de São Paulo ainda não definiu como vai proceder quando a nova regra estiver em vigor. “O Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) informa que está em contato com o Detran estadual para definir como será feito o acesso à base nacional de condutores, única maneira de se certificar de que o condutor não cometeu infrações nos últimos 12 meses”, diz o DSV, em nota.

“Além disso, a Secretaria Municipal de Transportes está realizando estudos para definir como a resolução poderá ser viabilizada”, diz nota enviada nesta segunda, que não falou se a proposta da Prefeitura é enviar a advertência imediatamente ou se vai esperar que o motorista recorra para evitar a multa.

Já o Detran informou, também em nota, que “a conversão da multa em advertência é facultativa a cada órgão autuador (aquele que aplica a multa), após analisar o histórico do prontuário do condutor”. Na capital paulista, mais de 90% das multas aplicadas aos motoristas são feitas pela Prefeitura.
Educação. O conceito do Contran, que vale em todo o País, é que, em determinados casos, a simples advertência já tem o caráter educativo. Ele vai ao encontro de outras editadas pelo órgão que limitam a chamada “indústria da multa” como, por exemplo, a proibição de manter os radares de velocidade escondidos.

Ainda de acordo com a resolução, se o motorista receber a advertência, não vai poder recorrer. O texto dá à Junta Administrativa de Recurso de Infração (Jari) o poder de julgar que os pedidos de conversão da multa para a infração. Se o pedido não for aceito, a multa será aplicada normalmente.
Detalhes. A advertência prevista no CTB ainda não era colocada em prática por falta da padronização de alguns detalhes técnicos. Os órgãos municipais não tinham como ter acesso ao prontuário dos condutores para saber se eles tinham tido uma infração registrada no período de um ano.

Fonte: Portal do Trânsito / Agência Estado

Confira guia de segurança para que motoristas não sofram com a chuva

Esses dias são conhecidos como aqueles em que você não quer sair da cama. Quando a chuva está caindo no Recife, o calor dá um descanso para todos. Mas o ônus por essa situação são ruas muitas vezes alagadas, representando risco de acidentes

Nem a experiência adquirida com os 17 anos como piloto de motocross impediu que o comerciante Francisco dos Santos, de 62 anos, se acidentasse com a moto num dia de chuva. “O asfalto estava escorregadio por conta da água. Os pneus travaram, a moto caiu e fui arrastado com ela por cerca de 50 metros”, conta. “Acho que o acidente aconteceria de qualquer jeito. Mas também acredito que a chuva teve boa culpa no que aconteceu”.

Para que você fique mais protegido contra acidentes provocados pela chuva, o Vrum/Diario de Pernambuco preparou dicas sobre como dirigir ou pilotar em dias de céu nublado. Se ligue nos conselhos e fique mais seguro no trânsito.

Como se proteger


Luz e distância
Ver e ser visto é regra básica na direção defensiva, principalmente em dias de chuva, em que a visibilidade fica reduzida. O instrutor de direção defensiva da Cooperativa Especializada em Trânsito (Coopetrans), André Lira, diz que, em dias assim, ligar os faróis é essencial. “Quando a água lava o asfalto, os óleos que são derramados na pista formam uma camada que pode fazer os pneus deslizarem. Por isso, também é necessário se manter a uma velocidade inferior a que se usa em dias sem chuva”, diz. Com relação à distância que um carro deve manter de outro, André fala que, para a realidade do Recife em dias chuvosos, essa distância segura deve ser de cerca de dois segundos. “Basta ter como referência um ponto fixo, como uma árvore, e checar se o seu carro passa por esse ponto dois segundos após o veículo da frente”. 

Evitar a derrapagem
Mesmo se não estiver totalmente alagada, uma via pode ter poças isoladas. Essas concentrações de água podem pegar o condutor desprevenido e, nessas situações, o motorista pode querer pisar no freio de imediato, o que não é aconselhável. “Para evitar a aquaplanagem, o ideal é tirar o pé do acelerador e deixar o freio motor do carro agir, desacelerando o automóvel”, fala André Lira. “Se o carro derrapar, o motorista deve manter o volante reto”. Quem estiver de moto também deve desacelerar a máquina. Quem dá a dica é o instrutor do Centro Educacional de Trânsito Honda do Recife, Sérgio Cassoli. “Com as motos, é mais difícil acontecer a aquaplanagem, pois o pneu é mais fino e corta a água com mais facilidade. Mas, se ocorrer, a dica é manter o guidão retilíneo, para evitar quedas”, aconselha Sérgio.

De olho no pneu
Eles são de fundamental importância quando o asfalto está molhado. Mas, se estiverem carecas, problemas podem acontecer. “Quando os pneus estão assim, o atrito necessário para manter o veículo firme na pista não é criado. Os sulcos do item de borracha também farão com que a água da pista escoe, evitando a aquaplanagem”, diz Sérgio Cassoli. Por isso, é preciso ficar ligado nos borrachudos.

Para não ficar a ver navios
No Recife, quando chove, não é raro ver vias asfaltadas se transformando em pequenos oceanos. Nesses casos, o ideal seria parar. Mas se a necessidade de passar for extrema, a gerente da oficina Auto Forte, Renata Pires, fala que o condutor deve perceber se a altura da água não é maior do que a do cano de escape. “Se for, a água pode entrar no motor e fazer com que ele bata. Se não, engate a primeira marcha e mantenha aceleração constante enquanto estiver passando pelo alagamento”, aponta.

Vestimenta adequada
Quem sai de moto na chuva tem a desvantagem de não ter a proteção da lataria. Para compensar essa falta de proteção, o motociclista deve estar com roupas apropriadas. “Jaqueta e calça impermeáveis. Sem elas, as roupas do motociclista ficarão molhadas e a concentração dele estará comprometida”, afirma Sérgio Cassoli. E para a viseira do capacete não embaçar, a dica é deixá-la um pouco aberta. “Ela geralmente abre por estágios. Basta deixar a abertura do primeiro estágio e uma boa quantidade de ar fresco já impedirá o embaçamento”.

Pernas no tanque
Muitos motociclistas levantam instintivamente as pernas quando passam por poças de água para se manterem secos. O instrutor Sérgio Cassoli reprova a atitude. "Os joelhos devem sempre estar pressionando o tanque da moto. É melhor se molhar um pouco e manter a segurança", aconselha.

Desembaçar os vidros
Em compensação, apenas os carros podem ter problemas com vidros embaçados em dias frios. Nessas horas, ligar o ar-condicionado é o mais indicado. “Em veículos que não possuem o item, a ação defensiva é abrir um pouco os vidros. Vai molhar o interior do carro, mas a segurança deve estar em primeiro lugar”, diz o instrutor André Lira.

Ligado no limpador

Se o limpador de para-brisas estiver danificado, fica impossível se locomover com chuva. E como no Recife o dia pode começar ensolarado e terminar num dilúvio, é ideal sempre testar o item antes de sair de casa, diz o instrutor André Lira. “Quando a chuva começar, a velocidade do limpador deve ser diretamente proporcional à intensidade dos pingos”.

SAIBA MAIS
Código de Trânsito Brasileiro
Artigo 230 - XIX: dirigir o veículo sob chuva sem acionar o limpador do vidro dianteiro é infração grave, com multa de R$ 127,69 e mais cinco pontos na carteira de habilitação. A retenção do veículo para regularização ainda será feita como medida administrativa.

Artigo 250 - II: Quem estiver com o automóvel em movimento, sob chuva, com as lanternas do carro apagadas, estará cometendo infração média (multa de R$ 85,13, mais quatro pontos na habilitação).

Fonte: Vrum

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Saiba de que maneira as manobras no trânsito devem ser sinalizadas para evitar acidentes

É difícil encontrar alguém que não se irrite com esse gesto imprudente no trânsito. O apelo para que a regra seja cumprida já chegou até às redes sociais. Todos, em uma só voz, pedindo: use a seta para indicar manobras no trânsito. Apesar da campanha, é comum encontrar condutores que parecem estar dirigindo sozinhos e que não se preocupam em dizer para os motoristas ao redor o que irão fazer nas pistas. 

A estudante Marcelle Sales, de 20 anos, pertence ao grupo de pessoas que ficam irritadas quando alguém não sinaliza uma manobra. “Vejo muito motorista assim todos os dias. Sinalização é fundamental, principalmente em um trânsito louco como o do Recife”, diz Marcelle. Ela também relata que seu pai quase se envolveu em um acidente por causa de um condutor imprudente. “A pessoa estava no meio da via e entrou numa rua à esquerda, sem sinalizar, passando pela frente do meu pai, que estava na esquerda”.

O estudante Anderson Bem, 20, também quase se envolveu em acidente por conta da irresponsabilidade de um motorista. “Ele foi da faixa da esquerda para a da direita sem avisar. Tive de desviar para não bater. Se tivesse algum carro na direita, haveria um acidente”, conta o estudante. Ele também diz que faz o máximo para sempre sinalizar. “Infelizmente, às vezes, escorregamos. Mas é preciso estar atento e sinalizar para andar com segurança”.

O instrutor de direção defensiva da Cooperativa Especializada em Trânsito (Coopetrans), Gomes Filho, fala que a falta de uma boa sinalização horizontal nas vias do Recife pode levar os condutores a não sinalizar corretamente. “Muitas vezes, o motorista só sabe que uma obra está acontecendo quando se depara com um cone que indica isso. Na afobação para trocar de faixa, a seta é esquecida”, diz. “É bom também ter um planejamento do percurso. Ao dar uma carona para alguém, por exemplo, o caminho pode mudar no meio da viagem e a seta ser negligenciada pela pressa”.

O também instrutor da Coopetrans, Reginaldo Honório, aconselha os condutores a usarem a seta mesmo quando não há carros vindo atrás. “Além de ajudar a memorizar a ação, o pedestre saberá para onde o carro vai. Assim, a sinalização nunca será esquecida e quem estiver na calçada também ficará seguro”, garante.

+Saiba mais
Para não esquecer a seta

- Planeje seu percurso para não ser surpreendido durante a viagem;
- Procure sair com certa antecedência de casa, principalmente se nunca tiver feito o caminho antes;
- Combine com seu carona o percurso que será feito;
- Utilize a seta mesmo quando estiver sozinho em uma via. O costume de sinalizar fará com que você nunca se esqueça da regra e deixará pedestres cientes do movimento do carro.


Quando utilizar

Setas
- Para mudar de faixa. Ligue a seta para o sentido que deseja ir, olhe o retrovisor para ver se há condição de fazer a manobra e, só então, mude de faixa;
- Na presença de ciclista, carroça ou cone, basta sinalizar com a seta para avisar ao condutor de trás sobre o fato. Mas não é necessário trocar de faixa, basta desviar.

Pisca alerta
- Se visualizar inesperadamente algum buraco grande ou animais na via;
- Avisar ao condutor de trás que irá parar para deixar pedestres atravessarem em faixas sem semáforo. Se o carro de trás vier em alta velocidade, é aconselhavel não parar. É preciso ser solidário, mas a integridade física de todos é prioridade;
- Parar para que passageiros embarquem ou desembarquem no carro;
- Avisar que será solidário e dará a vez para que um motorista que se encontra na via lateral entre no fluxo da via principal. O mesmo deve acontecer se a vez for dada para motorista que estiver saindo de um estacionamento;
- Se estiver procurando vaga de estacionamento. Isso evitará que o carro de trás fique muito próximo e impeça que a manobra de estacionamento seja realizada.

Mãos
- Se as luzes estiverem queimadas, as mãos devem indicar as manobras que o motorista fará. Mas essa deve ser uma solução paliativa. Antes de sair com o carro, todas as luzes devem ser checadas e, em caso de problema, trocadas.

Fontes: Gomes Filho e Reginaldo Honórios, instrutores de direção defensiva da Coopetrans

Código de Trânsito Brasileiro

- Artigo 43 - O condutor deve indicar, de forma clara, com a antecedência necessária e a sinalização devida, a manobra de redução de velocidade;

- Artigo 196 - Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção do veículo, a realização da manobra de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação é infração grave, com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira;

- Artigo 230 - Conduzir veículos com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas é infração média e acarreta multa de R$ 85,13, além de quatro pontos na habilitação.

Fonte: Vrum

Bom para o bolso: veja 10 dicas de como economizar combustível

Todo mundo sabe que o anda e para do trânsito das grandes cidades é um grande vilão para o bolso do consumidor e também para a vida útil das peças do automóvel.
Assim como é importante realizar a manutenção preventiva de alguns componentes regularmente, com a intenção de evitar gastos ainda maiores, mudar alguns hábitos na direção pode ajudar a economizar combustível.

Mudança de hábito
Economizar o combustível é sinônimo de mais dinheiro na carteira, por isso, veja as dicas a seguir e aprenda a melhorar o desempenho do veículo:
1. De repente: evite acelerar ou frear bruscamente quando não for necessário;
2. Janelas fechadas: principalmente na estrada, dê preferência por andar com as janelas fechadas, pois a redução da resistência do ar é revertida na economia de combustível;
3. Chega de peso: não carregue mais peso do que a capacidade de seu carro. O consumo será maior e irá acarretar um desgaste da suspensão, dos freios e dos pneus. Cada 50 kg de peso excedente no veículo serão responsáveis pelo aumento de 1% no consumo de combustível;
4. Atalhos: procure caminhos alternativos. Às vezes é mais vantajoso andar um pouco mais do que ficar no anda-e-para dos engarrafamentos;
5. No giro certo: respeite o conta-giros, troque as marchas na rotação indicada;
6. De olho no frentista: não encha o tanque de combustível até a boca, pois uma parte deste combustível acaba se perdendo pelo bocal ou pela válvula de alívio. Por isso, peça para o frentista encerrar o abastecimento assim que o gatilho da bomba desarmar;
7. Lembre-se de abastecer: não ande com o tanque na reserva, pois essa atitude faz com que resíduos que ficam no fundo do tanque sejam sugados para dentro do motor, entupindo os bicos injetores;
8. Enchendo de ar: calibre semanalmente os pneus, pois quando eles estão abaixo do indicado pelo fabricante do veículo, o consumo de combustível aumenta;
9. Tire a chave: sempre que o veículo for ficar parado por mais de dois minutos, desligue o motor;
10. Controle o consumo: crie o hábito de anotar a quantidade de combustível abastecida e a quilometragem percorrida. Use uma planilha para acompanhamento e a qualquer sinal de aumento de consumo, procure um mecânico.




CONTRAN aprova sinalização de trânsito temporária para a Copa de 2014

O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) aprovou na semana passada os modelos de sinalização de trânsito de caráter temporário que serão utilizados durante os eventos da FIFA no Brasil. A nova sinalização será utilizada em 2013 na Copa das Confederações e em 2014 na Copa do Mundo.
No dia 12 de junho foi publicada a Resolução 407 do CONTRAN que autoriza a utilização temporária de sinalização de orientação de destino específica ao mesmo tempo em que foi divulgado o manual de aplicação.

Clique nos links abaixo para ver as informações na íntegra:




sexta-feira, 15 de junho de 2012

Contran regulamenta lei que delimita jornada de motorista profissional

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou, nesta quinta-feira (14/06), no Diário Oficial da União (DOU), as Resoluções nºs 405 e 406, que regulamentam a Lei nº 12.619, que trata da jornada de trabalho do motorista profissional.
De acordo com a lei, o motorista profissional tem direito a repouso diário de 11 horas, além do descanso de 30 minutos, a cada 4 horas ininterruptas de direção, mas ela não trazia previsão de como seria realizado o controle sobre esse tempo. Para que fosse regulamentada a forma de fiscalização do tempo de direção e descanso do motorista profissional, o Contran publicou as resoluções.
A Resolução nº 405 determina que o controle do tempo de direção e descanso será realizado através do registrador instantâneo e inalterável de velocidade, conhecido como tacógrafo. Este equipamento é obrigatório nos veículos de transporte escolar, transporte de passageiros com mais de dez lugares e de carga com peso bruto total superior a 4.536 quilogramas. Além do controle digital, foram estabelecidas normas para registro manual da jornada de trabalho em diário de bordo ou ficha de trabalho.
A outra resolução traz os requisitos mínimos do registrador, entre eles, a aprovação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO ) e o registro dos dados referentes ao período de 24 horas em um único disco.
O descumprimento dessas normas caracteriza infração grave e o infrator estará sujeito a penalidades e medidas administrativas, como multas e até mesmo a retenção do veículo.
Para o Departamento Nacional de Trânsito, órgão ligado ao Ministério das Cidades, tanto a aprovação da lei quanto às resoluções representam um avanço importante para os motoristas profissionais, que muitas vezes passam por jornadas exaustivas de direção ininterrupta, colocando em risco a vida e a de vários outros cidadãos.
O Denatran acredita que com a entrada em vigor das normas haverá redução significativa no número de acidentes e óbitos, relacionados à fadiga e ao cansaço de motoristas profissionais nas vias públicas do país.
 
Leia abaixo a íntegra das resoluções.

Fonte: DENATRAN

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Câmara aprova obrigatoriedade de seguro de vida para motoboys

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quinta-feira (14), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 6789/06, do ex-deputado Celso Russomanno, que obriga as empresas que utilizam serviço de motoboy – próprio ou terceirizado – a contratar seguro de vida e de invalidez permanente por acidente para os motociclistas.
A proposta recebeu parecer favorável do relator, deputado Marçal Filho (PMDB-MS), e seguirá para o Senado, a menos que haja recurso para que seja analisada pelo Plenário.
O texto foi aprovado com uma emenda da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, para deixar claro que a concessão do seguro ocorrerá no caso de acidente de trabalho.
Conforme o projeto, o valor do seguro será de, no mínimo, 30 vezes o salário base da categoria ou o registrado em carteira, prevalecendo o maior dos dois. A proposta inclui os herdeiros como beneficiários do seguro.

 

Íntegra da proposta: 

PL-6789/2006

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Obrigatoriedade de porte de CRLV começa em julho

Proprietários de veículos com placas de terminações 1, 2, 3 e 4 devem ficar atentos: a partir do dia 1 de julho, esses condutores devem passar a circular com o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV) 2012, que é de porte obrigatório e substitui o CRLV 2011, que perde a validade. Os demais veículos só precisam transitar com o documento atualizado a partir de agosto e setembro.

O CRLV é entregue no endereço do proprietário que já concluiu o processo de licenciamento em até 30 dias, mas o documento só é emitido após a quitação total dos débitos. Como o calendário para o pagamento do licenciamento de todos os veículos chegou ao fim desde maio, é importante que os proprietários fiquem atentos. Confira o prazo limite para circular com o CRLV 2011.

Terminações/ prazo limite para circular com CRLV 2011
Placas 1, 2, 3 e 4 - 30/06/2012
Placas 5, 6 e 7 - 31/07/2012
Placas 8, 9 e 0 - 31/08/2012

Quem for flagrado circulando com o CRLV 2011 fora do prazo estabelecido acima estará sob pena de ter o veículo retido até a apresentação do CRLV 2012. Circular sem documentos de porte obrigatório é infração leve (multa de R$ 53,21 e três pontos na CNH).

Quem não recebeu o CRLV - Quem estiver quite com o Licenciamento 2012 e não recebeu ainda o documento deve ligar para o teleatendimento da empresa através do (81) 3453.1514 para localizar o CRLV. Quando o documento é devolvido ao Detran, ele é remetido ao posto de atendimento mais próximo do endereço informado pelo usuário..

Atualização de endereço – Para evitar qualquer transtorno é fundamental que o usuário mantenha seu endereço atualizado. A cada ano, mais de 15% das correspondências encaminhadas pelo Detran-PE são devolvidas e o documento recordista é justamente o CRLV, com mais de 30 mil devoluções em todo o Estado.

Os principais motivos de devolução são os endereços truncados, com CEPs ou número de casa incompletos. Para atualizar o endereço, basta o usuário se dirigir a qualquer unidade de atendimento do Detran-PE portando Xerox e original de identidade, CPF e documento do veículo / Habilitação, além de comprovante de endereço atualizado. As cópias são anexas a um formulário padrão com a declaração de atualização de endereço.

Fonte: DETRAN/PE

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Veículos brasileiros começam a receber chip a partir de 30 de junho

Após anos de discussão e polêmica, o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) finalmente vai sair do papel. A partir de 30 de junho, o sistema criado pelo governo federal para identificar eletronicamente todos os tipos de veículos começará a ser implantado em todo o País. Sob responsabilidade dos Detrans, a previsão é que 100% da frota nacional – estimada em 70 milhões de unidades – tenha a etiqueta eletrônica até 2014.
O sistema tem como objetivo maior controle e fiscalização do trânsito nas cidades e rodovias, embora traga outros benefícios – e custos – para os motoristas. Os valores da “placa eletrônica” ainda não estão estabelecidos, mas devem ficar próximos a R$ 20, pagos pelos donos dos veículos.

Como funciona
Além dos chips internos, o sistema será formado por antenas leitoras presentes nas cidades, que alimentarão bases de dados nacionais e locais. A comunicação é baseada em radiofrequência, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), “por meio de um protocolo de comunicação padrão, sigiloso e seguro, de propriedade da União, fornecido às entidades devidamente licenciadas, mediante assinatura de termo de confidencialidade”.
Com base nos dados coletados, os diversos órgãos públicos poderão atuar em questões específicas, para melhorar o controle do trânsito, identificar gargalos, irregularidades administrativas e fiscais ou mesmo fazer o controle de rodízios e zonas de restrição de circulação. O sistema também possibilitará o rastreamento de veículos que necessitem tratamento especial (cargas perigosas, superpesadas, veículos especiais, ambulâncias) ou sejam casos de segurança pública e tenham registros de casos como roubo, sequestro e clonagem.

O Denatran informa que as informações previstas no Siniav são as mesmas hoje visíveis e públicas: ano, marca, modelo, combustível, potência e placa. Não constará Renavam, chassi e outros dados. “Os veículos que sejam objeto de localização terão informações adicionais colocadas na base de dados, seja roubo/furto ou outros. Em nenhuma situação poderá constar dados pessoais do proprietário”, informa o órgão.
O chip ficará no para-brisa dos carros ou em outros locais em motos e carretas – reboques e semirreboques também serão obrigados a aderir. Em caso de violação, a etiqueta será automaticamente inutilizada, para impedir a clonagem. O diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento (Gristec), Wanderley Sigali, considera o sistema seguro. “Evidentemente, o instituto Wernher von Braun [que está desenvolvendo a tecnologia dos chips] está criando um sistema de proteção pra isso. Mas como até informações de bancos são violadas às vezes, não podemos dizer que há sistema 100% seguro”, afirma.
Para o coronel Paulo Roberto de Souza, assessor de segurança da NTC&Logística, “a ideia é espetacular”. Ele destaca a importância da maior fiscalização também para cobranças de tributos. “Aqui em São Paulo, a frota é de 7 milhões de unidades, e dizem que 30% não paga nada. Então, quando isso for instalado dentro da cidade, e a previsão é instalar 3 mil antenas, eles serão pegos e o município vai poder cobrar os tributos”, analisa.
Souza acredita na segurança do sistema. “Terá todo um controle para que não seja usado de má-fé. Os dados são controlados pelo Denatran, que é o órgão central, são criptografados, sigilosos, só entra ali a pessoa que se identificar como polícia ou outro órgão autorizado. Se alguém violar o sigilo, é possível saber quem o fez. Essa pessoa será criminalizada”, destaca.

Maior controle
O Siniav é uma iniciativa inovadora internacionalmente. Nenhum outro país adotou sistema semelhante de maneira tão abrangente, e o Brasil pode ser o primeiro a utilizá-lo em todos os veículos.
Talvez a mudança que impacte os motoristas de maneira mais significante seja o controle de tráfego. Semáforos poderão ser ajustados de acordo com o volume de veículos em cada sentido, controlados pela demanda. Também será possível um maior controle das regiões congestionadas.
Sigali destaca também a possibilidade de mudança na maneira de cobrança de pedágio em rodovias sob a tutela de concessionárias. “Em vez de ter uma praça de pedágio, onde todos que passam pagam o mesmo valor, pelo controle das antenas seria possível tarifar por quilômetros rodados dentro da estrada”, explica. Outra alternativa de fiscalização seria controlar o tempo de entrada e saída da rodovia, fiscalizando se o veículo respeitou ou não os limites de velocidade.

Fonte: Portal do Trânsito / Trânsito Manaus

Pouco combustível no tanque pode danificar peças do veículo

O motorista que sempre usa o veículo com pouco combustível no tanque, na chamada reserva, pode estar comprometendo o seu funcionamento e gerar um alto custo no momento da manutenção. E o principal item que pode ficar prejudicado é a bomba de combustível.
Em uma oficina de uma concessionária de carros em Itapetininga (SP), é comum clientes chegarem com a peça queimada. Ela faz parte do sistema de distribuição de combustível e sem uso, o veículo fica sem funcionar. A peça é elétrica e para de funcionar quando falta álcool ou gasolina, responsáveis por manter a temperatura do equipamento. Com o nível de combustível baixo, a bomba sofre um superaquecimento e acaba danificada.
A bomba custa, em média, R$ 900. Caso a peça não tenha sido totalmente danificada, é possível trocar apenas o refil, cerca de R$ 200, gastos maiores se caso o motorista evitasse andar com o carro com pouco combustível.
Dario Barth Rodrigues, gerente de pós vendas, explica que o ideal é abastecer com, no mínimo, um quarto do tanque. Isso evita danos na bomba e também previne que o veículo deixe o motorista “na mão” por falta de combustível.
O mecânico Wilhelm Hartze recomenda que o motorista sempre faça a manutenção do motor do carro. “Os itens básicos de manutenção do motor são filtro de ar e combustível, óleo do motor dentro do período de vencimento e sempre no nível indicado, cabos e velas. Isso são necessários para a economia de combustível”.
Hartze explica que, para os carros chamados “flex”, que podem usar álcool e gasolina, o ideal é que o proprietário troque o tipo de combustível quando o outro estiver no fim. “é bom também que o motorista rode pelo menos 15 minutos para que o sistema eletrônico do carro reconheça o combustível usado”. O mecânico conta que se o sistema não reconhecer o combustível, pode haver dificuldade de ligar o carro ou ter um aumento no consumo de combustível porque o sistema não reconheceu qual está sendo usado.
Ainda falando em economia de combustível, ele relata que não adianta colocar o carro em ponto morto durante um trecho de descida. “Isso é uma lenda. Não vai ter economia. O sistema vai entender que está na marcha lenta e vai injetar mais combustível para tentar regular. Se continuar engatado, sem acelerar, o carro reconhece que está na descida e vai diminuir o uso do combustível. Aí sim economiza”.

FONTE: Portal do Trânsito / Trânsito Manaus

Quanto custa manter uma moto?

É comum ver motociclistas que falam da sensação de liberdade que a pilotagem dá. No entanto, nem só de prazeres vive quem pilota uma moto. Depois de realizar a compra do veículo, é preciso continuar colocando a mão no bolso para manter financeiramente a máquina de duas rodas.

A gerente de RH Margarida Coelho, de 44 anos, sabia que seus gastos com a moto continuariam depois que ela saísse da concessionária. Proprietária de uma Suzuki Intruder 125, ela afirma que comprou a moto já pensando na economia do veículo. “Gasto, em média, R$ 20 de combustível a cada 15 dias. Fora isso, tem a troca de óleo, que me custa cerca de R$ 30 a cada dois meses e meio”, conta Margarida. “É claro que o fato de eu trabalhar a quatro quilômetros de casa também ajuda na economia, mas a moto consome pouco mesmo”.

O bolso do designer gráfico Nelson Wilson, 28, também não sofre com a manutenção da moto. Dono de uma Honda CB 500, Nelson fala que, como utiliza a moto mais nos finais de semana, o orçamento não fica tão apertado. “São R$ 30 a R$ 40 semanais de gasolina. Todo mês, a troca de óleo e de filtro sai por R$ 60”, conta. “Tenho a moto há seis meses e fiquei surpreendido com a economia. Pensei que sairia mais caro”.

Veja o guia com custos para manter uma moto que o Vrum preparou para que seu orçamento não seja pego por surpresas.

+Saiba mais

IPVA
O valor do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é de 2% do valor estimado da moto. Se você comprar uma máquina no valor de R$ 10 mil, terá de pagar anualmente taxa de R$ 200. Mas o valor do imposto é dividido por 12, pois é proporcional aos meses do ano. Se a moto for comprada em julho, você só terá de pagar metade do valor.

Seguro DPVAT
Quem tem moto também paga anualmente o valor de R$ 279,27 referente ao Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres.

Seguro contra roubos
O Vrum procurou a Valle Seguros para fazer uma simulação. Tendo como base um proprietário imaginário do sexo masculino, de 27 anos, o valor para uma moto de 150 cilindradas fica por volta dos R$ 900. O de uma 300 cilindradas, R$ 2.200. Já o seguro de uma motocicleta de 600 cilindradas gira em torno de R$ 5.400.

Consumo combustível
É preciso ficar atento ao consumo da motocicleta, que geralmente vem indicado no manual, e tentar fazer uma estimativa de gasto comparando o consumo da moto com a distância percorrida diariamente.

Troca de óleo
De acordo com o gerente de pós-venda da Pernambuco Motos, Moab Barros, se a motocicleta for utilizada apenas como transporte de casa para o trabalho, basta trocar o óleo a cada 4 mil Km. “Mas se o uso for mais severo, é recomendado trocar a cada 1.500 Km”, diz. O preço do litro de óleo gira em torno de R$ 20.

Filtros de ar e óleo
Moab Barros aconselha que seja trocado a cada 12 mil Km. O item custa, em média, R$ 17. Já o filtro de óleo também custa em torno de R$ 17 e, segundo Moab, deve ser trocado quando o óleo for renovado.

Pastilha e fita de freio
O gerente de pós-venda da Pernambuco Motos diz que o prazo para troca dos itens depende do uso que o condutor faz da moto. “Mas, geralmente, é bom trocar a pastilha com 16 mil Km e a fita com 8 mil Km”. Para uma moto de baixa cilindrada, o preço da pastilha é, em média, R$ 90 e o da fita, R$ 30.

Alinhamento
Moad destaca que, em caso de pequenos empenos na roda da moto causados por alguma colisão, um alinhamento pode resolver.
“Em rodas normais, o serviço sai por R$ 20. Se for de liga leve, fica por R$ 50”. 

Fonte: Vrum

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Saiba o que fazer e para quem telefonar depois de uma colisão no trânsito

Infelizmente, todos estão sujeitos a serem vítimas de acidentes, seja devido à irresponsabilidade de outro motorista ou mesmo à falta de atenção na direção. Mas muitos não sabem quais são seus direitos e deveres quando acontece um sinistro. Retirar o carro da via ou deixá-lo no local da colisão? Ligar para quem primeiro, para o seguro ou a para polícia? O Vrum tira essas e outras dúvidas para que os transtornos na hora do acidente sejam minimizados.

Há dois tipos de acidente: o com vítima e o sem vítima. O segundo caso é mais simples de resolver. O que nem todos fazem, mas é o procedimento correto, é retirar o veículo da via para que não aconteça outro acidente ou cause engarrafamento. Desfazer a cena do acidente, retirando os veículos da posição original do ocorrido, é sempre complicado. O motorista, principalmente o que sofre a batida, quer mostrar à polícia que ele estava certo. “É bom tirar uma foto do acidente, com um celular ou câmera, apenas por precaução. Quando algum agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) chegar, irá estudar a cena e saber quem foi o culpado, além de registrar um Boletim de Ocorrência”, fala Eder Rommel, assessor da PRF.

De acordo com o artigo 178 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), não retirar o veículo da estrada ou rua em um acidente sem vítimas, além de multa de R$ 85,13, o motorista que desobedecer a lei também tem 4 pontos adicionados na CNH.

Porém, tudo isso muda quando o acidente possui alguma vítima. O correto agora é não retirar o veículo do local do acidente, pois a partir dali os peritos irão examinar a cena para saber quem é o culpado. O gerente de operações de trânsito da CTTU, Wagner Rodrigues, explica que acidente com vítimas são aqueles em que qualquer pessoa se machuca. “Pode ter acontecido apenas arranhões, ou mesmo uma morte, se os ocupantes dos veículos se ferirem devem chamar o Samu e fazer um Boletim de Ocorrência com a polícia”, explica Wagner.

Com o aposentado Salomão de Andrade, o acidente não teve vítima, mas o carro dele sofreu perda total. “Eu estava dirigindo de madrugada e tinha um carro na minha frente. Em um sinal de pedestres, ele freiou de repente e acabou ocorrendo a colisão”, fala. “Eu conversei com o motorista, disse que meu seguro cobriria os danos do carro dele. Chamamos a CTTU para fazer o Boletim de Ocorrência e fomos liberados”.

Conversar com calma é sempre a melhor opção depois de um acidente. Como no caso do representante comercial André Nakamura, que também colidiu na traseira de outro carro. “Nem foi preciso acionar a CTTU nem o seguro. Eu paguei o conserto do carro dele e tudo foi resolvido”, diz André.

Mas há quem ache que algumas seguradoras exijam deixar o carro no local do acidente. Para o corretor de seguros Gilberto Andrade, nenhuma empresa de seguros impede a retirada do veículo. “O que algumas seguradoras exigem é um BO para comprovar o ocorrido e até para resguardar juridicamente a vítima”, fala Gilberto.

DPVAT

Mas, em caso de acidentes com vítimas, há um direito de todos os cidadãos brasileiros, motoristas ou não. É o seguro DPVAT. Com ele, custos com médicos, exames, ou mesmo no caso de invalidez e até mortes, o seguro irá ressarcir a vítima ou a família dela. Para o acidentado conseguir o benefício, ele pode ir a qualquer seguradora para dar entrada no processo. “Não precisa de intermediário, a própria vítima entra com os documentos, o Boletim de Ocorrência e todas as notas fiscais de gastos com a saúde, para cobrir apenas as despesas médicas, e demais documentos nos outros casos”, explica Érica Araújo, gerente do setor DPVAT da EDR Inspeções e Sinistros.

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O que fazer em caso de acidente:


SEM vítimas
1. Retire o carro da via;
2. Se o acidente for em uma estrada federal (BR), contactar a Polícia Rodoviária (PRF). Caso o sinistro seja na cidade, ligar para a CTTU (no Recife) ou os responsáveis pelo trânsito da cidade;
3. Fazer um Boletim de Ocorrência.

COM vítimas
1. Não retire o carro da via;
2. Chame o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a PRF, na BR, ou o órgão de trânsito, se for na cidade.
3. Se o acidente for “criminoso”, o motorista estiver embriagado, drogado, por exemplo, a polícia poderá autuar o causador do acidente, que será preso e terá o carro apreendido.

DPVAT
Despesas médicas: até R$ 2.700 - BO + notas fiscais
Invalidez permanente: até R$ 13.500 - BO + Laudo do IML
Morte: R$ 13.500 - BO + Laudo do IML

Telefone úteis:

PRF - 191
Samu - 192
CTTU - 0800.081.1076

Fonte: Vrum

Cidades com mais de 100 mil habitantes poderão ter faixa exclusiva para motos

A Câmara analisa proposta que prevê a instalação de faixas de trânsito exclusivas para motocicletas, motonetas e ciclomotores em cidades com mais de 100 mil habitantes. A medida está prevista no Projeto de Lei 2987/11, que também estabelece multa para os condutores desses veículos que transitarem fora das chamadas motofaixas.
De acordo com o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01), as cidades com mais de 500 mil habitantes devem elaborar um plano de transporte urbano integrado, compatível com o plano diretor. Pela proposta, esse plano passará a ser obrigatório também para os municípios com 100 a 500 mil habitantes e deverá prever, sempre que possível, a instalação das faixas exclusivas para motos.
O autor da proposta, deputado Severino Ninho (PSB-PE), lembrou que a frota de veículos motorizados de duas rodas no Brasil vem crescendo muito nos últimos anos. Ele lembra que o aumento foi de 377,65% entre 2001 e junho de 2011.
“O aumento da frota provocou o incremento vertiginoso da incidência de acidentes de trânsito, com impacto relevante no atendimento de emergência dos hospitais e na previdência”, alertou Ninho. Segundo o deputado, a instalação das motofaixas deve diminuir esses casos.
Multa
O PL 2987/11 também cria uma nova modalidade de infração gravíssima no Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/97) – a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores fora da faixa exclusiva, quando existente. Hoje, a multa para os casos de infração gravíssima é de R$ 191,54. Nos casos de reincidência, a multa passará para R$ 383,08 e o veículo será apreendido.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 1517/11 nas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo.


FONTE: Portal do Trânsito / Agência Câmara de Notícias

Câmara aprova federalização de regras para transporte de carga perigosa

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na terça-feira (10) o Projeto de Lei 7173/10, do Senado, que torna obrigatório o transporte de produtos perigosos de acordo com regras federais como a Lei do Transporte Rodoviário  de Cargas (11.442/07) e normas específicas de agências reguladoras. Atualmente, alguns estados têm normas próprias para o transporte dessas cargas.
A proposta torna atribuição exclusiva das agências nacionais de transportes terrestres (ANTT) e aquaviários (Antaq) a regulamentação do transporte de mercadorias perigosas, em articulação com os órgãos de preservação ambiental. O objetivo da federalização é justamente evitar a proliferação de normas estaduais sobre o tema.
O relator, deputado Décio Lima (PT-SC), recomendou a aprovação da proposta. A CCJ analisou apenas a constitucionalidade e a juridicidade da proposta. Segundo Lima, o texto aprovado ajudará a tornar mais clara a legislação sobre transporte de produtos perigosos. Ele lembra que essas cargas exigem um tratamento diferenciado na legislação.
O projeto será encaminhado para a sanção presidencial, se não houver recurso para sua análise pelo Plenário.


FONTE: Portal do Trânsito / Agência Câmara de Notícias