terça-feira, 27 de abril de 2010

Capacete imita o revestimento da cabeça e protege até 70% mais

Nos últimos 20 anos, só no Estado de São Paulo,150 mil pessoas morreram em acidentes de trânsito. É como se morresse a população de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, inteirinha. E entre as fatalidades mais corriqueiras estão aquelas com motoqueiros – naturalmente, com seus corpos mais expostos a danos do que motoristas de automóveis. Para diminuir esse número, a empresa Lazer Helmet criou um capacete capaz de aumentar a proteção dos motoqueiros em até 67.5%, o Super Skin Solano.
Um acidente de moto pode danificar o cérebro de duas maneiras: no golpe direto, quando sua cabeça se choca contra o asfalto, a guia ou um carro; e depois, quando sua cabeça gira ao redor do pescoço, e a massa cinzenta vai batendo contra a parede do crânio por consequência do movimento. Isso acontece porque os capacetes comuns protegem do impacto externo, mas não impedem a rotação da cabeça.

O truque do SuperSkin Solano é uma cobertura que imita a carne humana, cede ao choque e gira ao redor do capacete no lugar da cabeça - o vídeo abaixo, em inglês, vai ajudar a visualizar como isso acontece. O material que cobre este capacete também se retrai até oito vezes, diminuindo o impacto.
O capacete já está disponível na Europa, será vendido ano que vem nos Estados Unidos e não há previsão de quando chegará ao Brasil. O inventor do material que o reveste, o inglês Ken Phillips, atualmente tenta adaptar a tecnologia para proteger as cabeças de esportistas.




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Divulgado o Gabarito do Concurso do DETRAN/PE


A FUNCAB, empresa que organizou o concurso público do DETRAN/PE, divulgou nesta terça-feira (27/04) os gabaritos das provas realizadas no último Domingo (25/04), disponibilizamos abaixo o link que redireciona você à página com os gabaritos.

GABARITO



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Projeto permite que jovem tire carteira de motorista aos 16 anos

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6934/10, que autoriza adolescentes emancipados, entre 16 e 18 anos, a obter habilitação de motorista. A proposta, do deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).

Pelas regras atuais, o motorista precisa ser penalmente imputável, o que, conforme o Código Penal (Decreto-lei 2.848/40), ocorre a partir dos 18 anos.

De acordo com o projeto, o jovem emancipado que cometer crimes na direção de veículos estará sujeito às medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90). Entre as sanções estão advertência, prestação de serviços comunitários e internação por até três anos em estabelecimento educacional.

Amadurecimento
Segundo o autor do projeto, a legislação brasileira tem reconhecido o amadurecimento cada vez mais precoce dos jovens. Ele cita como exemplo a possibilidade prevista na Constituição de jovens entre 16 e 18 anos votarem. O próprio debate sobre uma possível redução da maioridade penal para 16 anos, avalia Itagiba, reforça a percepção de que a norma de trânsito precisa ser revisada.

“Não é razoável que um jovem de 16 anos, que pode escolher o presidente da República, casar, ter emprego público e praticar tantos outros atos da vida civil de enorme responsabilidade, não possa dirigir um automóvel”, afirma.

Emancipação
O Código Civil (Lei 10.406/02) prevê que a emancipação de menores de 18 anos pode ocorrer nos seguintes casos:
- concessão dos pais (ou de um deles na falta do outro) mediante documento público ou por sentença judicial;
- casamento;
- exercício de emprego público efetivo;
- conclusão de curso de ensino superior;
- estabelecimento civil, comercial ou existência de relação de emprego, desde que, em função deles, o indivíduo mantenha economia própria.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, foi apensado ao PL 6967/10. As propostas serão analisadas pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Veja aqui a proposta na íntegra.


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sábado, 24 de abril de 2010

Gesto com braço pode ser sinal para travessia em faixas de pedestres de todo o país

Apontado como exemplo de cidadania e educação, o respeito que em geral os brasilienses têm em relação à faixa de pedestres pode ganhar apoio normativo para se difundir em todo o país. Projeto (PLC 26/10) em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), originário da Câmara dos Deputados, sugere alterações no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503, de 1997) para regulamentar gesto com o braço a ser feito pelo pedestre com o objetivo de solicitar a parada dos veículos até que ele possa concluir com segurança a travessia no trecho sinalizado.

A idéia é fazer valer o braço estendido à frente do corpo como sinal para que os veículos parem e dêem passagem a quem está a pé, reconhecidamente mais frágil. O gesto passou a ser gradativamente acolhido pelos motoristas brasilenses há 13 anos. O ponto de partida foi a campanha Paz no Trânsito, puxada pela mídia como reação aos elevados índices de mortes no trânsito na cidade. Comandado na época (1995-1998) pelo hoje senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o governo distrital acabou adotando várias medidas, inclusive campanha massiva para estimular o respeito à faixa do pedestre.

Pelo texto atual do Código de Trânsito, para cruzar pistas de trânsito de veículos, o pedestre sempre deverá utilizar as faixas ou passagens a ele destinadas quando essas existirem numa distância de até 50 metros dele. Além disso, conforme a regra, o pedestre tomará precauções de segurança que incluem levar em conta, em especial, a visibilidade, distância e velocidade dos veículos. Na prática, o projeto apresentado à Câmara pela deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) insere o gesto com o braço entre as medidas antes da travessia, como pedido de parada.

Mas o braço estendido só deve prevalecer como sinal de preferência para o pedestre nas faixas sem semáforo ou na ausência de agente de trânsito para controlar a travessia. É o que prevê outro dispositivo do texto, que poderá receber emendas até o fim dos trabalhos do Senado nesta quinta-feira (22). Ainda pelo texto, para que não se prejudique a fluidez do trânsito em vias de grande fluxo, a solicitação de parada dos veículos deve ser preferencialmente feita quando se formar um grande número de pedestres interessados na travessia.

Educação necessária

No texto em que justifica seu projeto, Perpétua Almeida lamenta que o hábito de respeito à faixa já consolidado em Brasília não tenha sido assimilado pela maioria das cidades brasileiras. Ela admite ainda que, para serem cumpridas, normas de conduta voltadas à segurança de pedestres e condutores exigem “boa dose de educação”. De todo modo, a autora acredita que, ao se dar caráter normativo ao tema da segurança nas faixas de pedestres, ocorrerá um estímulo para a disseminação de condutas que, como salientou, obtiveram “tão bons resultados” na capital federal.

Motivo de orgulho dos brasilenses, a adesão ao “sinal de vida” pode situar a capital federal como uma ilha de civilidade, mas uma margem nada desprezível dos motoristas ainda é refratária à norma. Agentes de trânsito do DF observaram 820 travessias em março último e constataram que 12% dos condutores desrespeitaram o direito dos pedestres. Por isso, as campanhas a favor da boa prática são permanentes, assim como a fiscalização, que podem resultar em multas acima de R$ 150,00 para os condutores infratores.

De qualquer maneira, desde 1997, primeiro ano após o início das campanhas, houve queda acentuada no número de atropelamentos no DF, dentro ou fora da faixa. Pelos números do Detran/DF, 202 pedestres perderam a vida naquele ano, contra 115 registros agora em 2009. Os números são considerados ainda mais expressivos porque, desde então, a população do DF cresceu muito, passando de 1,8 milhão para cerca de 2,5 milhões de habitantes.

Tramitação

O projeto em exame na CCJ deve ter seu relator indicado nos próximos dias. A comissão votará a matéria em decisão terminativa. Isso significa que, se aprovado, o texto poderá seguir direto para sanção presidencial, a não ser que seja apresentado recurso para que passe também em Plenário.

Fonte: Agência Senado



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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cadeirinha no carro para crianças passa a ser obrigatória a partir de junho

A partir do dia 9 de junho, todas as crianças de até 7 anos e meio deverão usar as chamadas cadeirinhas no banco traseiro dos carros. A falta do equipamento de segurança será considerada infração gravíssima e o motorista será punido com sete pontos na carteira de habilitação e pagará uma multa de R$ 191.

O guia da cadeirinha: crianças até 1 ano de idade devem ficar no bebê conforto voltadas para o vidro traseiro, com leve inclinação, conforme instruções do fabricante, de costas para o movimento, sempre no banco de trás (foto 1); de um até 4 anos de idade deverão usar a cadeira de segurança (foto 2); de quatro até sete anos e meio deverão sentar em um assento de elevaçao preso no banco traseiro com cinto de três pontos (foto 3); acima de sete anos e meio devem andar com cinto de segurança.

Segundo a organização Criança Segura, os riscos de morte diminuem em 71% quando as crianças estão em cadeiras de segurança. Os equipamentos também reduzem em até 69% a necessidade de hospitalização dos pequenos com até quatro anos de idade.

Ainda de acordo com a organização, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre crianças de um a 14 anos no Brasil. Em 2006, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, 2.176 crianças morreram vítimas de acidentes de trânsito. Destas, 550 foram vítimas na condição de passageiros.

Clique aqui e leia na íntegra a resolução 277/08 do CONTRAN.


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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Projeto susta decisão do CONTRAN que privatiza vistorias de carros

A Câmara analisa o Projeto de Decreto Legislativo 2486/10, do deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), que susta a eficácia de todos os dispositivos da Resolução 282/08 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Essa resolução possibilita que os departamentos de trânsito estaduais (Detrans) deleguem a empresas privadas os serviços de vistoria, de regularização e de transferência de veículos.

Para o autor da proposta, a norma do Contran contraria o interesse público, uma vez que privatiza atividades que deveriam ser exercidas apenas pelos DETRAN's e por despachantes públicos supervisionados por esses órgãos. “A resolução estabelece um nicho de mercado em prol de interesses de algumas empresas que buscam lucrar em cima dos proprietários de automóveis”, diz.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votado pelo Plenário.

Leia aqui na íntegra a proposta.



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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Adeus Borracheiros!

Os novos pneus da Michelin: Sem ar, sem válvulas, sem compressores, sem reparos e adeus pneus furados, pois eles já vêm 'furados' de fábrica. Em anexo seguem fotos dos novos pneus da Michelin. Este lançamento está programado para estar logo no mercado consumidor, causando grande impacto na tecnologia existente. Nenhuma válvula de ar, nenhum compressor de ar em postos de gasolina, nenhum equipamento ou kit de conserto ou borracharia.

Poderá até dispensar o estepe. Devemos sempre estar preparados para novas tecnologias, assim como foi com: a régua de cálculo, com o telex, com a máquina de escrever, com as pranchetas de desenho, com as canetas a nanquim, com o cardex, com o filme fotográfico, com a fita cassete, com o disco de vinil, relógio de corda, carburador, distribuidor, etc.


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terça-feira, 13 de abril de 2010

Funcionários de autoescola poderão ter reciclagem obrigatória


Diretores, instrutores e outros funcionários de autoescola que trabalham com formação de motoristas poderão ser obrigados a frequentar cursos periódicos de atualização. O Projeto de Lei 6923/10, do deputado Nelson Goetten (PR-SC), prevê aulas de reciclagem no máximo a cada cinco anos para esses profissionais.

O objetivo da proposta, segundo Goetten, é “garantir que os novos motoristas e também aqueles que estejam em processo de readequação sejam treinados por profissionais devidamente atualizados e capacitados”. Para o deputado, as qualificações exigidas dos profissionais de autoescolas não são suficientes. “As constantes alterações legais e as novas tecnologias exigem a atualização periódica desses profissionais”, argumenta.

De acordo com o projeto, o conteúdo, a carga horária e a periodicidade dos cursos serão definidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), órgão que coordena a política nacional de trânsito e é responsável pela regulamentação do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), que é alterado pelo projeto.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Leia a íntegra da proposta clicando aqui.



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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Acidente grave em SP: carro se parte em dois

No veículo, estavam cinco jovens. O carro bateu num poste na Avenida Robert Kennedy, na pista sentido centro. Um casal de namorados morreu e os outros três amigos ficaram gravemente feridos. Assista no Bom Dia São Paulo.





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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Câmara aprova criação de cadastro de instrutores de maus motoristas


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na quarta-feira (31/03) proposta que cria um cadastro nacional de infrações, crimes e acidentes de trânsito, com a indicação dos condutores e das auto-escolas em que foram treinados, dos nomes dos seus instrutores e dos seus examinadores. O texto aprovado pela CCJ é um substitutivo da Comissão de Viação e Transportes ao Projeto de Lei 2788/08, do deputado Ratinho Júnior (PSC-PR).

O relator na CCJ, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), recomendou a aprovação da proposta. Como tramitava em caráter conclusivo, a proposta será encaminhada para o Senado, exceto se houver recurso para sua análise pelo plenário da Câmara.

O cadastro criado pelo texto aprovado, chamado Registro Nacional de Instrutores e Examinadores (Renaiex), será gerido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Penas para instrutores

Segundo o texto aprovado, os instrutores e examinadores poderão ser punidos por infrações cometidas pelos condutores que treinaram ou aprovaram. As penas incluem a participação obrigatória em curso de reciclagem e até o cancelamento da autorização para o exercício da atividade.

Leia aqui o texto na íntegra.



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Carro de passeio poderá usar biodiesel puro


A Câmara analisa o Projeto de Lei 6942/10, do deputado Wilson Picler (PDT-PR), que autoriza o uso de biodiesel puro (do tipo B100) como combustível de carros de passeio e de veículos de carga de pequeno porte (capazes de transportar até três toneladas). O objetivo da proposta, segundo o autor, é preservar o meio ambiente, além de estimular a produção agrícola.

O biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, como óleos vegetais de mamona, dendê, girassol, babaçu, soja e algodão. Ele pode ser usado puro ou adicionado ao óleo diesel derivado de petróleo — esta última opção é a encontrada atualmente nos postos brasileiros.

A versão do combustível vendida hoje no Brasil possui 5% de biodiesel e 95% de diesel, e é conhecida como B5 — o numeral após a letra “B” corresponde ao percentual de biodiesel usado na mistura.

Testes

O biodiesel puro (B100) tem sido usado no País, apenas como teste, em transportes coletivos de algumas cidades, como Curitiba (PR). A utilização definitiva do novo combustível dependerá, entre outros fatores, de uma relação positiva entre a energia consumida no processo de produção e a energia disponibilizada pelo biodiesel.

Em outros países, como a Alemanha, o B100 já é vendido nos postos de gasolina.

Benefícios

O autor da proposta destaca que o Brasil é pioneiro no uso, em larga escala, de um combustível vindo de fonte renovável — o álcool, proveniente da cana-de-açúcar.

Segundo ele, ao popularizar a comercialização do biodiesel puro o País avançará ainda mais na preservação ambiental. “Os automóveis movidos exclusivamente a biodiesel liberam 80% menos poluentes (como o gás carbônico) do que os que funcionam com base no diesel”, afirma.

Wilson Picler ressalta que a medida beneficiará a produção agrícola e a geração de empregos e renda no campo. “Pelas características do nosso solo, temos potencial para produzir uma enorme variedade de vegetais que podem servir de matéria-prima para o biodiesel”, explica.

Conforme a proposta, o Poder Executivo deverá elaborar as normas necessárias à regulamentação do uso do biodiesel puro.

Tramitação

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



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Ônibus poderão ter que adotar o uso de vidros reflexivos

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6890/10, da deputada Maria Lúcia Cardoso (PMDB-MG),que torna obrigatório o uso de vidros reflexivos em veículos de transporte coletivo. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97). A regulamentação da medida será feita pelo Conselho Nacional do Trânsito (Contran).

A deputada já havia apresentado projeto semelhante em 2008, que foi arquivado. Os vidros reflexivos, produzidos à base de óxidos metálicos, refletem os raios solares sem prejudicar a visibilidade dos motoristas. Esse tipo de vidro, segundo Maria Lúcia Cardoso (PMDB-MG), tem sido cada vez mais utilizado pela construção civil por contribuir para a redução da temperatura das edificações e, consequentemente, gerar economia de energia com aparelhos de ar condicionado. Para Maria Lúcia Cardoso, os vidros reflexivos podem ser aproveitadas em ônibus para melhorar o conforto térmico. Ela acredita que o uso de ar condicionado nesses veículos, apesar de também oferecer conforto aos passageiros, tem um preço elevado e aumenta o consumo de combustível, causando danos ambientais.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo onde o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo (de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania). O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.



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